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“Autoridades devem ter a consciência de que a aposta no Turismo Rural é essencial”
Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas ...
Mais e melhor Turismo Rural
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“Autoridades devem ter a consciência de que a aposta no Turismo Rural é essencial”

Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas Açorianas

 

Gilberto Vieira, Presidente da Associação as Casas Açorianas, concedeu uma entrevista ao jornal “Publituris”, um dos principais órgãos de comunicação social do trade turístico, onde analisa a situação do turismo rural nos Açores, afirmando que, “dada a pequena dimensão das unidades que se dedicam ao Turismo Rural e de natureza, creio ser essencial promover o associativismo, como forma de ganhar dimensão promocional e de rentabilização de recursos”.


“Foi esse caminho que seguimos nos Açores, particularmente na constituição das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, que junta seis dezenas de unidades, afirmando-se como um parceiro relevante na promoção e divulgação do Turismo Rural e de Natureza, em particular, e do destino Açores, de modo geral”. É, também, fundamental “que as autoridades responsáveis pelo Turismo tenham plena consciência de que a aposta neste segmento é essencial e que ajam de acordo com esse principio. Com uma política de promoção mais abrangente e com estratégias que conduzam o turista a vivenciar o nosso mundo rural, oferecendo na mesma viagem os vários aspectos que resultam das segmentações, estaremos com certeza a contribuir para a consolidação do destino turístico Portugal e a potenciar um aumento dos índices de satisfação dos turistas que nos visitam, sem que isso represente perda para os destinos que se encontram em alta, bem pelo contrário.


Ao complementar as experiências, estamos a potenciar ainda mais o aumento de visitantes, e a potenciar um aumento da actividade de uma forma mais sustentável e descentralizadora.”
À pergunta do jornal “Publituris” sobre como gostava de ver o turismo rural posicionado, Gilberto Vieira, que é proprietário da “Quinta do Martelo”, na ilha Terceira, responde: “Precisamente no caminho que está a ser trilhado. Que continue a haver a noção de que o nosso Turismo Rural é fundamental, diferenciador, atractivo, visto como uma mais-valia que em nada reduz – antes pelo contrário –ofertas mais convencionais e consolidadas”.


Gilberto Vieira entende que o caminho é “apostar no que temos de distintivo, num mercado global que anseia por experiências autênticas e diferenciadoras. Este é um nicho de mercado que pode potenciar o destino, já de si atractivo, de Portugal, com motivos de interesse conhecidos que vão desde o sol e as praias, à beleza de uma cidade como Lisboa, com o fado incluído, à magnífica paisagem do Douro, ícones que ‘escondem’ um maná de pequenos recantos e experiências espalhados por todo o país. E é aí que reside a importância do nosso Turismo Rural e de natureza. Que tem um mercado muito mais amplo do que se pode pensar.”


Sobre a realidade açoriana, Gilberto Vieira salienta que o turismo rural “tem conhecido um crescimento notável, após um esforço de divulgação de muitos anos daquilo que verdadeiramente temos de único e que distingue o arquipélago em vertentes que vão da paisagem, de reconhecidamente deslumbrante, aos modos de vida calmos, às tradições, gastronomia tradicional, interacção com a natureza, cultura sedimentada em séculos de isolamento, mas, ainda assim, com portas abertas ao mundo – como era o caso das carreiras da Índia e do Novo Mundo, que por aqui passavam -, à segurança e à afabilidade intrínseca e natural do povo açoriano para bem receber, tenho constatado que a oferta, no todo nacional, tem vindo a ser aperfeiçoada, apostando em características semelhantes à nossa realidade”

 

Estada média nos Açores é de 2,9 noites a 115,1 euros
 
O alojamento turístico português realizou uma média de 130,9 euros por cliente recebido nos primeiros cinco meses deste ano, o que representa um aumento em 5,6% que se fica a dever a subida do preço médio, bem como, em menor grau, a um alargamento do tempo médio de permanência dos turistas.

Uma análise do PressTUR aos dados publicados pelo INE permitiu evidenciar que para esse aumento em 5,6%, que equivaleu a uma subida de quase sete euros, para 130,9 euros, contou principalmente uma subida do valor médio dos proveitos de aposento por dormida, que aumentou 5,6% ou 1,8 euros, para 34,6 euros, enquanto nos outros proveitos (alimentação e bebidas, entre outros serviços) houve um aumento em 2,8%, para 14,9 euros.

Adicionalmente, a hotelaria portuguesa contou nos primeiros cinco meses com uma ligeira subida do tempo médio de permanência dos clientes, que subiu 0,8%, para 2,64 noites, e que é um dos factores que mais pesa no valor médio despendido por cada cliente.

Daí que as receitas médias por hóspede mais elevadas se verifiquem na Madeira, com 263,6 euros nos primeiros cinco meses deste ano, e no Algarve, com 158, que são as regiões que têm as estadas médias mais elevadas, respectivamente de 5,27 e 4,14 noites.

A terceira região com o valor mais elevado de receita por hóspede é Lisboa, com 145 euros, que se deve neste caso a preço médio mais elevado (47,1 euros em média por dormida nos primeiros cinco meses deste ano, quando na Madeira é 32,3 e no Algarve é 25,7), nomeadamente por uma maior concentração de estabelecimentos de topo de gama.

Depois situam-se os Açores, que têm uma estada média de 2,9 noites, com 115,1 euros, o Porto e Norte, com 86,3, o Alentejo, com 83,9, e o Centro, com 74.

Relativamente aos primeiros cinco meses de 2015, ocorrem subidas em todas as regiões, as mais fortes das quais no Porto e Norte, em 7,2%, e no Algarve, em 7,1%.

Seguem-se os aumentos em 5,6% nos Açores, em 5% em Lisboa, em 3,8% no Centro, e em 3,7% na Madeira. Desta forma, e reflectindo também as evoluções das dormidas, a hotelaria portuguesa fechou os primeiros cinco meses deste ano com um aumento das receitas em 16,6% ou 123,5 milhões de euros, alcançando 868,3 milhões.

Os aumentos mais fortes foram nos Açores, em 39,2%, no Porto e Norte, em 22%, no Algarve, em 21,9%, e na Madeira, em 16,9%.
 
in Jornal "Diário dos Açores", 19 de julho de 2016


Mais e melhor Turismo Rural

"Como está o Turismo Rural em Portugal e o que deve ser feito na promoção do produto é um dos pontos que abordamos neste dossier, onde damos, também, a conhecer alguns exemplos da oferta nacional."

 

"O Turismo Rural tem vindo a ganhar relevância ano após ano em Portugal. Este tipo de alojamento aproveita as valências de cada destino, tornando-se diferenciador e autêntico. Falámos com a Federação Portuguesa de Turismo Rural e com as Casas Açorianas, duas entidades que se têm destacado na promoção deste tipo de produto e cujas considerações demonstram a sua situação em Portugal."

 

in Jornal "Publituris", 8 de julho de 2016


Nota de Imprensa

 

A Direção Regional do Ambiente e as Casas Açorianas reuniram com o intuito de planificar várias ações de formação destinadas quer aos alojamentos detentores do galardão regional de boas práticas ambientais -Miosotis azores – quer a todas as unidades membros desta Associação.

 

Estas ações estão previstas para o final do ano e início do próximo em todas as ilhas. Com esta formação pretende-se dar resposta a várias necessidades apresentadas em temas diversos bem como a introdução de novos conteúdos não só de carácter ambiental mas também ligados ao marketing turístico.


A direção das Casas Açorianas manifestou, na ocasião, total disponibilidade para mobilizar os associados para as ações propostas, por reconhecer muito interesse nas mesmas.
Foi também referido o papel pioneiro desta associação em promover boas práticas ambientais e de acolhimento aos turistas, nomeadamente através de um processo de classificação de qualidade que já vem sendo implementado junto dos associados há alguns anos, com resultados muito positivos.


Outro assunto abordado prende-se com a disponibilização de informação sobre as casas associadas nas lojas e aplicações dos Parques Naturais das diversas ilhas.


Nota de Imprensa

 

A Direção das Casas Açorianas reuniu com o Secretário Regional do Turismo e Transportes, Victor Fraga, e com o Diretor Regional do Turismo, João Bettencourt, do Governo dos Açores, um encontro que serviu para apresentar o elenco diretivo eleito na última Assembleia Geral e para debater a atualidade do fenómeno turístico na Região.


O turismo em espaço rural esteve, naturalmente, no centro da análise, em que o crescimento acentuado que este segmento tem vindo a registar no arquipélago foi salientado.
De facto, entre 2012 e 2015 verificou-se um aumento de 62% no turismo rural o que foi considerado bastante positivo e um contributo decisivo para a afirmação do destino Açores, no seu todo.


Isso mesmo referiu o Secretário Regional salientando que as Casas Açorianas têm feito um trabalho fundamental para a obtenção destes resultados e considerando esta associação como um parceiro importantíssimo no âmbito do novo plano estratégico para o turismo nos Açores.


Por seu turno, a direção das Casas Açorianas manifestou toda a disponibilidade para continuar a ser um parceiro ativo no desenvolvimento do turismo dos Açores.


Plano Estratégico do Turismo

Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores foi apresentado na quarta-feira.

 

Diversas entidades apontam pontos fortes e carências do Plano Estratégico do Turismo, fazendo balanço positivo. Segundo Gilberto Vieira, presidente das Casas Açorianas, o "documento preconiza a necessidade de se encontrarem caminhos para que os turistas tenham a real possibilidade de chegar a todas as ilhas."

 

in, Açoriano Oriental, 1 de abril de 2016


Resultados animadores

 

Um ano depois da entrada em vigor das novas obrigações de serviço público,
Resultados animadores encorajam empresários a fazer mais e melhor.
 
in, Correio Económico, 1 de abril de 2016


Turismo rural tem-se afirmado pela qualidade e diversidade

O turismo rural está a acompanhar o crescimento do setor na Região. Gilberto Vieira, presidente da Associação Casas Açorianas, alerta para a ameaça do alojamento "lowcost".

 

A Associação Casas Açorianas aposta nas novas tecnologias para promover os seus espaços de alojamento. Quais os meios que estão a ser utilizados?

Este esforço de aproveitamento das novas tecnologias como meio essencial de divulgação e promoção das unidades nossas associadas já vem sendo realizado há algum tempo, com resultados que podemos considerar positivos. 

A nova abordagem que desenhámos, neste novo impulso, passa por otimizar os canais de que já dispomos e utilizamos, aperfeiçoando conteúdos e modos de comunicação, e, ao mesmo tempo, recorrendo as novas plataformas, cada vez mais utilizadas, como são as aplicações móveis.


Qual a realidade do turismo rural e de habitação dos Açores?

Após um longo percurso de afirmação, o turismo rural nos Açores é hoje consensualmente reconhecido como a principal força motriz que potencia o, já de si apelativo, destino Açores. Nos últimos anos, essa realidade é indesmentível: a procura é crescente e a oferta vai acompanhando, paulatinamente, esse movimento de interesse por parte de quem procura algo diferente, diria mais, surpreendente, que cada vez é mais difícil encontrar nos circuitos convencionais da oferta turística internacional.


É claro que este crescimento progressivo do turismo rural e de natureza no arquipélago é fruto de muito trabalho de divulgação e de empenho, por parte da nossa associação e dos nossos associados, em apresentar uma oferta e um serviço de qualidade e de proximidade, que a generalidade dos clientes reconhece, num esforço partilhado, a nível da promoção, com as entidades institucionais que têm responsabilidade na definição das políticas de desenvolvimento do turismo nos Açores.


Há um dado novo, com menos de um ano de existência, que é o fenómeno da liberalização do espaço aéreo nos Açores. Essa nova política implicou uma diminuição drástica no custo da acessibilidade ao nosso arquipélago. Foi essa a principal causa de se ter registado um aumento de visitantes, no ano passado, numa percentagem homóloga de vinte por cento. São números impressionantes, mas não repartidos, igualmente, por todas as tipologias de alojamento, como é natural para um primeiro ano de convivência com esta nova realidade. Sabemos perfeitamente que a maioria dos turistas que aproveita acessibilidades mais baratas, normalmente escolhe pacotes que, além de viagens mais acessíveis, passam pelo alojamento em hotelaria convencional.


Nesse contexto, tanto quanto me é dado conhecer, a percentagem de crescimento, no ano em apreço, não foi tão dilatada na generalidade das unidades de turismo rural nossas associadas, embora significativa, como no crescimento percentual que se registou na generalidade do destino Açores. Essa mesma realidade também tem "nuances" de ilha para ilha, por razões diversas, uma das quais, como é lógico, tem a ver com o facto de as denominadas "lowcost" só operarem ainda para São Miguel.


O reposicionamento da estratégia de promoção dos Açores como destino ativo potencia o turismo rural?

Não quero chamar-lhe reposicionamento. Isto porque essa ideia de turismo ativo, em contato e interação com a natureza, já vem sendo desenvolvida há algum tempo. Posso sim reconhecer que, num prazo mais recente, tem sido dada visibilidade acrescentada a essa vertente que, sem dúvida, temos para oferecer e que nossa diferencia, de forma indesmentível, da oferta turística global.


O facto de as unidades de turismo rural e de habitação serem, quase na sua totalidade, de pequena dimensão em termos de capacidade de alojamento é um trunfo ou isso pode causar alguns constrangimentos?
As unidades de turismo rural nas nossas ilhas têm, de facto, uma capacidade relativamente pequena de acolhimento. No entanto, essa capacidade não é homogénea, havendo algumas com maior dimensão e outras com menor. Mesmo assim, no conjunto dos empreendimentos dos nossos associados, que é a realidade que conheço melhor, a preocupação é sempre ter um atendimento personalizado e capaz de transformar os nossos clientes em excelentes veículos de promoção desta atitude, pela realidade que vivenciaram. Obviamente, a dimensão de cada um também implica com o número de colaboradores necessários para cada situação. Ou seja, o conforto do cliente, a seriedade em garantir o que foi promovido e a resposta adequada no terreno, com todos os meios necessários, é um ponto de honra que nunca podemos descurar.
Quanto a constrangimentos, é lógico que este tipo de empreendimento exige um enorme esforço de gestão de custos que, para além da paixão de quem se dedica a esta aposta empresarial e cultural, tem que lutar constantemente pela sustentabilidade - e há alguns casos assim.


Existe concorrência desleal no que se refere entre a hotelaria tradicional em relação ao turismo rural nos Açores?
Nós sabemos perfeitamente que a convivência entre a hotelaria convencional e outros nichos de mercado, como o turismo rural e de natureza, são compatíveis. À sua dimensão, nos Açores, como em outras partes do mundo, têm uma convivência mais ou menos natural. Se a hotelaria convencional abarca a maior parte dos turistas, por razões de comodidade nos programas que são oferecidos à partida, o turismo rural vem conquistando o seu espaço devido à oferta de vivências que, só nesse meio, são verdadeiramente especiais.


O que me começa a preocupar é a proliferação de outras tipologias de alojamento, porventura com uma atitude "lowcost", incluindo ofertas de economia paralela, que degradam a imagem, que tanto custou a mostrar ao mundo, de um destino e das suas singulares particularidades.

 

Entrevista a Gilberto Vieira, Presidente das Casas Açorianas

in Diário Insular, 10 Março 2016


Casas Açorianas lançam Guia de Alojamento Rural na BTL

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, lançaram esta sexta-feira na BTL, no stand dos Açores, o seu guia de alojamento, e deram a conhecer a nova app móvel através da qual o seu produto vai estar disponível.


“Casas Açorianas Guia de Alojamento Rural” é o suporte em papel, um livro de 160 páginas, profusamente ilustrado e com indicações úteis, onde são dadas a conhecer as várias unidades de turismo rural integradas nesta Associação, nas diferentes ilhas açorianas.


Com este guia e a presença nas novas tecnologias móveis “pretendemos inovar nos meios de promoção do turismo rural” e “esperamos trazer notoriedade às Casas Açorianas num contexto que por si é já muito apelativo, que são os Açores”, explicou Gilberto Vieira, presidente das Casas Açorianas. O responsável, considerado “pai” do turismo rural nos Açores, deixou claro o apoio e parceria da ATA – Associação do Turismo dos Açores “sem o qual não teria sido possível concretizar este guia”.


Gilberto Vieira sublinhou ainda que as Casas Açorianas têm feito um “trabalho constante de promoção do turismo rural açoriano e da marca Açores”. Disponível em português e inglês, o novo guia vai a partir de agora ser distribuído em feiras e eventos promocionais, além de estar à disposição dos operadores turísticos.


Quanto à nova app das Casas Açorianas, considerada pelo secretário-geral da Associação, Sílvio Gonçalves, como sendo uma “ferramenta importantíssima para o futuro das Casas Açorianas e dos Açores”, está disponível, gratuitamente, para os sistemas IOS, Android e Windows Phone. A app disponibiliza coordenadas GPS e toda a informação, constantemente actualizada, sobre os mais de 50 associados das Casas Açorianas, que totalizam já mais de 600 camas.


Casas Açorianas querem destacar-se dentro da Marca Açores pela sustentabilidade ambiental

 

As Casas Açorianas no Stand Açores na BTL assinaram um protocolo com a Azores Airlines para a feitura de um documentário que passará a bordo dos aviões da companhia aérea e nas RTP-Açores e RTP-Internacional, e lançaram o guia de alojamento (português/inglês) e as novas plataformas promocionais em aplicações móveis (APP), disponíveis para os sistemas IOS, Android e Windows Phone.


in Correio dos Açores, 6 de Março 2016


“Divulgar o melhor possível esta oferta única” é o lema das Casas Açorianas no maior evento de Turismo.

 

No âmbito Feira Internacional de Turismo, que decorre esta semana, em Lisboa, as Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tem agendado para esta semana duas acções de relevante interesse para a actividade, nomeadamente a assinatura de um protocolo com a SATA e a apresentação de um novo guia.
 
in Correio dos Açores, 2 de Março 2016


Agenda BTL 2016

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural informam que têm agendadas as duas ações abaixo referidas, no âmbito da BTL2016.
 
Muito nos honrará contar com a presença do vosso órgão de comunicação social nestas apresentações.
 
3 de Março às 11H30
Assinatura de um protocolo de colaboração entre a SATA e as Casas Açorianas para o transporte interilhas de uma equipa de televisão da RTP-Açores que vai produzir uma série de programas sobre os empreendimentos dos associados das Casas Açorianas.
Local: espaço multimédia no Stand Açores
 
4 de Março às 14H00
Apresentação do novo guia das Casas Açorianas e de novas plataformas promocionais em aplicações móveis (APP).
Local: espaço multimédia no Stand Açores
 
Para além disso, contamos com a vossa visita à nossa representação, integrada no stand dos Açores.


Gilberto Vieira reconduzido nas 'Casas Açorianas'

 

Venceu lista renovada com gente dinâmica na actividade turística.

Consolidar a credibilidade da marca ‘Casas Açorianas’, já na próxima Bolsa de Turismo de Lisboa é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas que querem acrescentar uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural.
 
Na sequência de eleições estatutárias, a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tomou posse no passado dia 30 de Janeiro.
 
Gilberto Vieira chamou a si gente dinâmica com peso na actividade, desde logo o Presidente do Conselho Fiscal, Henrique Veríssimo, da Casa do Ouvidor, da ilha do Pico, que é contabilista certificado.
 
Também da ilha do Pico surge o Vogal da Direcção, Filipe Ávila, da Casa da Torre, que também desenvolve diversos projectos de animação turística, presenteando com criatividade os turistas ao sugerir diversas actividades ligadas ao saudável ambiente destas ilhas, entre eles, um campo golfe rústico açoriano na ilha do Faial, que está em fase de conclusão.
 
Conhecedor da actividade turística por diversas funções exercidas neste sector, o micaelense Rodrigo Rodrigues, é o Presidente da Assembleia - Geral, proprietário da Casa dos Barcos. Localizada na margem sul da Lagoa das Furnas, esta casa oferece um conjunto de elementos naturais e históricos que a tornam única.
 
Sílvio Gonçalves, da Aldeia da Cuada, é o Secretário-Geral da Direcção. Personagem que tem dado continuidade ao desenvolvimento de um excelente projecto no alinhamento do que os Açores precisam, num contexto de isolamento na ilha das Flores, no extremo mais ocidental da Europa num planalto sobranceiro ao Oceano Atlântico.
 
Outro Vogal da Direcção é Amparo Pérez Ferragud, das Casas do Capelo, na ilha do Faial, onde além do alojamento em tradição açoriana são propostas experiências como pesca, mergulho, passeios de burro ou de bicicleta, entre outras.
 
Consolidar a marca “Casas Açorianas”
 
Consolidar a credibilidade da marca Casas Açorianas é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas que acrescentam uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural.
 
Ao nosso jornal, Gilberto Vieira começou por dizer que “os objectivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de acção, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição”.
 
Mais disse que “a actividade turística nos Açores, com a liberalização do espaço aéreo, está a viver um forte crescimento, com as dormidas registadas a apresentarem taxas de variação positiva na ordem dos 20%, embora diferentes de umas ilhas para outras”. “Nos próximos anos, espera-se que este acréscimo da procura se consolide, o que será certamente acompanhado por um crescimento da oferta de alojamento e de todas as actividades ligadas ao sector turístico, nomeadamente: restauração, aluguer de automóveis, actividades desportivas e lúdicas ligadas à natureza”, acrescentou, justificando que “o Turismo em Espaço Rural enfrenta, com esta nova realidade, vários desafios e oportunidades”.
 
O nosso interlocutor confere ainda que “a marca “Casas Açorianas” apresenta-se como um activo poderoso, que importa ser reforçado, para ditar a preferência dos clientes, pela garantia de qualidade, com a adesão dos seus associados a um conjunto de normas e procedimentos no serviço e acolhimento prestado. Queremos uma Associação forte para defesa de um património que é a garantia do futuro turístico da Região”.
 
Trabalhar em prol do desenvolvimento turístico
 
O aproveitando de sinergias é um dos aspectos principais para muitas actividades, de uma associação que já é uma referência de peso no que ao turismo rural e de natureza diz respeito.“A força e o poder da Associação têm de resultar da acção esclarecida e conjunta de todos os Associados ao colaborarem para que a actividade por si desenvolvida corresponda aos padrões promovidos pela Associação, garantindo a melhoria do serviço, da qualidade e, consequentemente, da rentabilidade das suas unidades”.
 
Ainda com muita margem de afirmação, Gilberto Vieira esclarece que “é neste contexto, que esta candidatura propõe-se desenvolver um plano de acção para o triénio 2016/2019 alicerçado num conjunto de linhas orientadoras tendentes ao desenvolvimento da Associação e, consequentemente, acrescentar mais-valias para os associados.
 
Esse trabalho implica, necessariamente, a consolidação de parcerias e a busca de outras, condição primordial para potenciar a visibilidade e eficácia das Casas Açorianas, em prol do desenvolvimento do Turismo Rural e do êxito dos empreendimentos que compõem a Associação”.
 
A terminar, reforçou que a nova equipa “reitera a sua disponibilidade para colaborar com todos os intervenientes neste processo de afirmação do destino Açores e, particularmente, do turismo rural e de natureza no nosso Arquipélago, em prol do desenvolvimento turístico, do intercâmbio cultural e da preservação dos nossos valores ambientais e etnográficos”.
 
Os novos membros dos três órgãos sociais, proprietários dos empreendimentos indicados, são:
 
Assembleia Geral:
Presidente – Casa dos Barcos – Rodrigo Rodrigues;
1.º Secretário – Casa da Pedreira – Maria João Estrela;
2.º Secretário – Quinta de São Caetano – Luís Godofredo Pimentel.
 
Direcção:
Presidente – Quinta do Martelo – Gilberto Vieira;
Secretário- Geral – Aldeia da Cuada – Sílvio Gonçalves;
Tesoureiro – Moinho da Bibi – Eduardo Carreiro;
Vogal – Casas do Capelo – Amparo Pérez Ferragud;
Vogal – Casa da Torre – Filipe Ávila;
Suplente – Quinta das Figueiras – António Gomes;
Suplente – Casa Ti’José Borges – Filomena Meneses.
 
Conselho Fiscal:
Presidente – Casa do Ouvidor – Henrique Veríssimo;
1.º Secretário – Glicinias do Pico – Helena Fernandes;
2.º Secretário – Quinta da Ribeira da Urze – Maria Salomé Medeiros.
 
Marco Sousa
 
in "Correio dos Açores", 7 de fevereiro de 2016


Nota de Imprensa

 

Tomou posse no passado dia 30 de Janeiro a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, na sequência de eleições estatutárias.
Os novos membros dos três órgãos sociais, proprietários dos empreendimentos indicados, são:
 
Assembleia Geral
Presidente – Casa dos Barcos – Rodrigo Rodrigues
1º Secretário – Casa da Pedreira – Maria João Estrela
2º Secretário – Quinta de São Caetano – Luis Godofredo  Pimentel

Direção
Presidente – Quinta do Martelo – Gilberto Vieira
Secretário Geral – Aldeia da Cuada – Sílvio Gonçalves
Tesoureiro – Moinho da Bibi – Eduardo Carreiro
Vogal – Casas do Capelo – Amparo Pérez Ferragud
Vogal – Casa da Torre – Filipe Ávila
Suplente – Quinta das Figueiras – António Gomes
Suplente – Casa Ti’José Borges – Filomena Meneses

Conselho Fiscal
Presidente – Casa do Ouvidor – Henrique Veríssimo
1º Secretário – Glicinias do Pico – Helena Fernandes
2º Secretário – Quinta da Ribeira da Urze – Maria Salomé Medeiros
 
Os objetivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de ação, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição. 
 
O aproveitamento de sinergias é um dos aspetos principais para muitas atividades, e esta associação não foge a essa regra. Vamos continuar a encontrar parcerias e oportunidades para a consolidação da marca Casas Açorianas, que já é uma referência de peso no que ao turismo rural e de natureza diz respeito, mas que tem ainda muita margem de afirmação.
 
Nesse contexto pretendemos criar condições para atrair novos associados, fortalecendo assim a oferta disponível e, ao mesmo tempo, reforçar a promoção deste “tesouro” que é a realidade rural açoriana, em todo o seu enquadramento, desde a paisagem, aos costumes, às vivências únicas e à tranquilidade. Sabemos bem que há um grande mercado ávido destas experiências singulares, só falta insistir e encontrar novos caminhos para mostrar o que temos para oferecer.
 
Por outro lado, conscientes de que este segmento da atividade turística nos Açores pode, como já vem acontecendo, servir de pivot para a divulgação e afirmação de um destino que é, no seu todo, extremamente apelativo, queremos lutar para que o que temos de autêntico e de “mágico” não ceda a interesses imediatistas, porque é essa diferenciação positiva, num mercado global muitas vezes saturado de ofertas idênticas, que temos que saber explorar, sempre com a preocupação de resistir a tentações de tomar atitudes “low cost” nos variados setores da nossa atividade turística, que podem conduzir à banalização daquilo que hoje é único.
 
Reiteramos a nossa disponibilidade para colaborar com todos os intervenientes neste processo de afirmação do destino Açores e, particularmente, do turismo rural e de natureza no nosso arquipélago, em prol do desenvolvimento turístico, do intercâmbio cultural e da preservação dos nossos valores ambientais e etnográficos.
 


Açores, nomeado para Melhor Destino Europeu 2016!

 

Os Açores estão nomeados pela European Consumer’s Choice para Melhor Destino Europeu 2016!
A SATA, a única companhia aérea a ligar diariamente todas as ilhas do arquipélago, alia-se a esta eleição que traz grande visibilidade mediática e contribui para o aumento do turismo do destino vencedor.
Por entre os vinte candidatos como Paris, Roma, Viena, Barcelona ou Amesterdão, os Açores são o único destino português na eleição.
Faça com que os Açores sejam oficialmente o melhor destino europeu do ano, deixando o seu voto até 10 de fevereiro!


Taste in Adegas “mostra o que de melhor se faz” no Pico

 

O Diretor Regional do Ambiente destacou hoje a relevância de iniciativas como o II Taste in Adegas, um roteiro de divulgação dos vinhos do Pico, para a promoção da importância da “cultura da vinha” e do seu património.

Na abertura do evento, associado ao programa de comemorações do 10.º aniversário da Classificação da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico como Património Mundial, o Diretor Regional do Ambiente salientou a importância de mostrar aos visitantes "o que de melhor se faz do ponto de vista gastronómico e da produção vitícola", especialmente quando isso acontece "no local onde esses produtos, ao longo dos tempos e de geração para geração, foram sendo provados e usufruídos, precisamente, nas adegas”.

“As adegas são e sempre foram a sala de visita do picaroto. Convidam-se aqueles que nos visitam para vir às adegas e não à nossa casa e é aí que desfrutam do vinho, das aguardentes e dos petiscos”, frisou Hernâni Jorge.

O Taste in Adegas é organizado pela Adeliaçor, em parceria com a Escola de Formação Turística e Hoteleira e o apoio do Governo dos Açores.