Rural Tourism Azores * Landwirtschaftlicher Tourismus Azoren * Turismo Rural nos Açores * Turismo rural en las Azores * Tourisme rural des Açores * Agriturismo alle Azzorre


 

 

 

 

Notícias


O apoio governamental destinado ao turismo, tem sido um balão de oxigénio para acorrer a situações dramáticas, mas tem sido insuficiente

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural é uma associação sem fins lucrativos, criada em 2004 por iniciativa de proprietários. Já com vários galardões e reconhecimentos ao longo dos anos, esta Associação tem representação em oito das nove ilhas dos Açores.

Gilberto Vieira é o seu Presidente e aborda, nesta entrevista, a actual situação deste tipo de alojamentos e as expectativas quanto ao Verão que agora se aproxima.

in "CORREIO DOS AÇORES", 12 de junho de 2021

Leia a notícia



Especialista alerta que ''não há política estratégica na aviação''

 

Atílio Forte, orador convidado do webinar realizado pela associação Casas Açorianas, no passado dia 12 de maio, cujo o tema foi "Conversas sobre os desafios do turismo e formas de comunicar", considera que, além da salvaguarda do serviço público, tanto a nível nacional como regional, não existe uma estratégia definida para a aviação, algo que “prejudica” a economia do país e não resolve os problemas da TAP e da SATA.

in "AÇORIANO ORIENTAL", 19 de maio 2021

Leia a notícia



Região deve ser promovida pela sustentabilidade e não pela segurança

 

Opinião é de Atílio Forte, consultor e especialista em Turismo, que defende que os "ativos turísticos" dos Açores, associados à natureza e à sua preservação, devem ser a base da promoção do destino nos principais mercados emissores de passageiros.

in "AÇORIANO ORIENTAL", 17 de maio 2021

Leia a notícia



''Definição'' para o grupo SATA deve ser prioridade para o Governo

 

O jornalista especializado em Turismo José Luís Elias defende, em entrevista ao DI, que uma "definição" para todo o grupo SATA tem de ser uma das grandes preocupações do Governo Regional.

in "DIÁRIO INSULAR", 15 de maio 2021

Leia a notícia



Este será o ano do mercado nacional e o turismo de natureza é o cartaz

 

Atílio Forte, especialista em Turismo e opinionmaker, defendeu, num webinar promovido pela associação Casas Açorianas, que 2021 é ainda um ano para apostar no mercado interno, na captação de turistas nacionais e, no caso dos estrangeiros, dos provenientes dos países mais próximos. O turismo de natureza, frisou, deve continuar a ser grande bandeira dos Açores.
"O mercado interno vai ser muito importante e vai continuar a ser determinante e, também a nível de mercado externo, serão os países de mais proximidade. Creio que as viagens mais distantes, intercontinentais, obviamente haverá sempre quem as vá fazer, mas não serão ainda tão importantes quanto eram", afirmou.
O professor da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, no debate que se desenrolou online na quarta-feira, deixou claro que este será um ano para um "turismo de maior proximidade".
Num contexto que ainda é de pandemia, haverá uma procura cada vez maior pelo turismo em espaço rural e pelos produtos turísticos ligados à natureza. Aqui, Atílio Forte sublinha que a região escolheu o caminho certo ao ter apostado, já há vários anos, no turismo de natureza, que será uma tendência cada vez mais marcada.
Os turistas procuram mais do que alojamento. "Há a questão das emoções que as pessoas querem viver, mas também querem integrar-se nas comunidades locais, ver quais são as vossas tradições, a cultura do sítio que visitam", referiu.
O debate foi moderado pelo presidente da associação Casas Açorianas, Gilberto Vieira e contou ainda com o jornalista de Turismo José Luís Elias, que o DI entrevista nesta edição.
Atílio Forte deixou uma palavra de esperança. "O futuro não é risonho, ainda há obviamente nuvens negras no horizonte, não nos podemos esquecer que estamos em pandemia, mas acho que o produto em que apostaram há uns anos vai entrar ou já entrou num ponto de não retorno em termos de afirmação, porque é um dos pontos fortes da procura atual", disse o comentador.

Mensagens "contraditórias" e "aposta de risco"
José Luís Elias afirmou que, "em geral no Turismo, comunica-se mal", e que a região cometeu alguns erros muito recentes. "Os Açores foram cartaz quase diário, durante um período, nos meios de comunicação social aqui no continente, especialmente nas televisões, por causa das cercas sanitárias em Rabo de Peixe e por causa da pandemia. Muitos dos continentais não sabem se Rabo de Peixe é na ilha B ou C. Os Açores estariam bem para receber turismo, por exemplo, no Pico e noutras ilhas... São mensagens muito contraditórias", avisou.
É preciso mais "esclarecimento", sobretudo pelas entidades oficiais, defendeu.
Já Atílio Forte considerou que o slogan escolhido pela região "Seguro por Natureza" pode ser uma "aposta de risco" se algo correr mal no controlo da pandemia no arquipélago. "Um surto numa ilha será sempre um surto nos Açores", disse
.

in "DIÁRIO INSULAR", 15 de maio 2021



Webinar “Ferramentas web e gestão de clientes”

 

in "AÇORIANO ORIENTAL", 12 de maio 2021

Leia a notícia



Webinar “Conversas sobre os desafios do turismo e formas de comunicar”

 

in "AÇORIANO ORIENTAL", 12 de maio 2021

Leia a notícia



As características que distinguem os Açores não se perderam

Gilberto Vieira - Turismo rural e de natureza pode ser “motor-de-arranque” do destino Açores

 

O proprietário da Quinta do Martelo e presidente da associação “Casas Açorianas” defende que a promoção do destino Açores deve começar já, ao mesmo tempo que se trava a batalha contra a pandemia.

in "DIÁRIO INSULAR", 21 de abril 2021

Leia a notícia



Apresentação das medidas de abertura do setor do turismo na Região Autónoma dos Açores após o Estado de Emergência

 

Na sequência da reunião, convocada pela Direção Regional do Turismo, realizada ontem, com a presença da Sra. Diretora Regional do Turismo, para apresentação das medidas de abertura do setor do turismo na Região Autónoma dos Açores após o Estado de Emergência, divulgamos abaixo a apresentação destas medidas em formato oficial, ou seja: as mesmas estão em conformidade com as regras em vigor, instituídas em conjunto entre a Direção Regional de Saúde e a DRT, por forma a que sejam divulgadas oficialmente, pelos agentes do setor do turismo da Região, quer nos seus canais digitais ou diretamente aos seus potenciais clientes, como uma referência informativa, para quem se desloca para a região e na região, saber exatamente como proceder ao efetuar a sua deslocação.
 

Consulte o documento nas suas versões:

Português

Inglês



Quinta do Paraízo

 

Ana Catarina Rodrigues, empresária considera que a mediatização negativa da vila afectou as reservas nos alojamentos turísticos em Rabo de Peixe.

in "CORREIO DOS AÇORES", 10 de abril de 2021

Leia a notícia



Basicamente não há clientes; são precisos mais apoios para evitar falências

Gilberto Vieira

 

Gilberto Vieira é o Presidente das Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural e proprietário de uma das maiores unidades deste segmento, a Quinta do Martelo, na ilha Terceira, premiada internacionalmente. Gilberto Vieira, um dos maiores impulsionadores deste tipo de turismo e um dos maiores conhecedores do sector na Região, fala-nos do presente e das expectativas para a nova época turística em tempo de pandemia.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 6 de março de 2021

Leia a notícia



Um pouco de história

 

No passado mês de outubro completou 6 anos sobre a realização na ilha de São Jorge da VII Bienal do Turismo em Espaço Rural, evento organizado pela Associação Casas Açorianas, em parceria com o Governo dos Açores.

Este encontro foi orientado à reflexão e ao debate, centrado na temática do desenvolvimento sustentável do turismo numa região com potencial de inquestionável valor, capaz de marcar a diferença pela valorização dos seus recursos naturais e pelo empreendedorismo movido por uma extraordinária dinâmica criativa. Contou com a presença de especialistas regionais, nacionais e internacionais, oriundos das mais diversas áreas de especialização ligadas ao Turismo.

É com um sentimento de profundo orgulho que recordamos este encontro que foi uma experiência muitíssimo enriquecedora, que colocou o Turismo em Espaço Rural e de Natureza e a Região Autónoma dos Açores num patamar de destaque na comunicação e divulgação turística nacional e internacional.



Reunião com a Diretora Regional do Turismo

 

No passado dia 09 de Fevereiro, a convite da  Direção Regional do Turismo dos Açores, o Presidente da Direção das Casas Açorianas, Gilberto Vieira, reuniu na Ilha Terceira com a Sra. Diretora Regional do Turismo, Dra. Rosa Costa.

Neste encontro informal, a Sra Diretora pretendia apresentar-se, e  auscultar algumas  das preocupações da associação nesta difícil conjuntura que atravessa o setor do Turismo. O Sr. Presidente, aproveita a ocasião para apresentar à nova diretora, algumas das ações desenvolvidas pelas Casas Açorianas, neste contexto de pandemia. A Sra Diretora afirmou reconhecer a qualidade do Turismo Rural, por conhecimento próprio, e enalteceu o trabalho que as CA têm desenvolvido ao longo dos anos em termos promocionais, contribuindo para a imagem de marca que os Açores gozam atualmente.

Foi apresentado, pelas Casas Açorianas, algumas questões em concreto acerca da situação do setor, e, que de alguma forma poderiam contribuir para uma perceção mais consistente, acerca da tomada de posições por parte dos organismos oficiais da Região, tais como: a questão da Vacinação; das ligações aéreas e marítimas; dos apoios ao setor; perspectivas para o futuro e da apresentação da candidatura ao financiamento público das atividades das CA (Ações de Promoção e animação Turística), O Presidente realçou a importância deste financiamento para a associação, explicando que sem ele não é possível levar a cabo o investimento em campanhas promocionais, que, neste contexto, que o setor atravessa, se torna essencial que seja direcionado para os meios digitais.

Todas estas importantes questões, foram registadas pela Sra Diretora, que, reconhece que o Turismo em Espaço Rural, será claramente um dos setores do Turismo a alavancar aquando de uma retoma da atividade turística na região, em virtude das suas especificidades, pois oferece aos potenciais Turistas, tudo o que neste momento mais procuram, que é sentirem-se seguros.

Na impossibilidade de fornecer elementos mais concretos, a Sra. Diretora mostrou-se colaborante, com as preocupações  expostas pelas Casas Açorianas, referindo que, em conjunto com os outros organismos do Governo Regional dos Açores serão com certeza levadas em conta.



Dia Mundial de Turismo 2020

Presidente da Associação de Turismo Rural em Espaço Rural - Casas Açorianas, Gilberto Vieira

 

O Dia Mundial do Turismo celebra-se anualmente a 27 de Setembro. Este dia visa mostrar a importância do turismo e do seu valor cultural, económico, político e social, através de iniciativas realizadas em vários países do mundo.

O tema do Dia Mundial do Turismo 2020 é: “Turismo e desenvolvimento rural”.

Fomos conversar com o empresário que mais sabe de turismo rural nos Açores, o Presidente das Casas Açorianas, Associação de Turismo Rural, Gilberto Vieira, proprietário da Quinta do Martelo.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 27 de setembro de 2020

Leia a notícia



Turismo Rural teme ano negro em 2021

Quinta das Buganvílias - Faial

 

Empresários açorianos do turismo rural estão apreensivos com as perspetivas para 2021 depois deste ano ter sido já considerado perdido.

in "DIÁRIO INSULAR", 26 de setembro de 2020

Leia a notícia



Casas Açorianas associam-se às comemorações do Dia Mundial do Turismo

Casa dos Barcos - Lagoa das Furnas - São Miguel

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, que aglomera cerca de meia centena de unidades nos Açores, associa-se, desde há longa data, às comemorações do Dia Mundial do Turismo, uma efeméride que valoriza a atividade à escala global e, com particular incidência, nos temas que são escolhidos, ano após ano.

A associação assume convictamente que o turismo deve ser uma atividade económica, cultural, de intransigente defesa do ambiente e socialmente responsável, valores que abraçou entusiasticamente desde o início. Essa postura, ecologista e cultural, vai em linha com um dado maioritariamente aceite, pelo menos desde que, em 1970, precisamente a 27 de setembro, foi lançada a primeira carta de atividade e responsabilidade no setor. Isso mesmo está também destacado nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. A responsabilidade de cumprir esses objetivos é contínua e adaptada a novos fatores que vão surgindo, mas convocando sempre visão e boas vontades para a sua concretização.

O Dia Mundial do Turismo é assinalado como um momento de reflexão e ação dentro dos parâmetros anteriormente enunciados. Foi com extrema satisfação que a associação soube que, este ano, o tema escolhido para as comemorações da efeméride é “Turismo e Desenvolvimento Rural“. Nada mais apropriado, pelo papel que esse nicho do mercado turístico desempenha a nível económico, social e de intercâmbio cultural em comunidades pequenas, ao mesmo tempo que combate o desânimo e potencial desertificação, em realidades comunitárias de enorme interesse.

Dentro das suas características específicas e da sua dimensão, as unidades associadas das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural são um ponto-chave para responder ao desígnio de oferecer algo único, extremamente atrativo e de potenciação de tudo que o mundo rural tem a partilhar e a ganhar com isso, no seu processo de desenvolvimento.

Em suma, as Casas Açorianas congratulam-se por ver que, depois de muitos anos de trabalho em prol de uma causa, tanto nos Açores, como, certamente, em outros nichos a nível mundial, a Organização Mundial de Turismo (OMT) traz à ribalta o tema pelo qual se luta há tanto tempo. Um feliz Dia Mundial do Turismo para todos, especialmente para quem trabalha no setor, e para quem usufrui desta escolha de turismo sustentável e autêntico.

in "AMBITUR", 25 de setembro de 2020



Fórum Geoparque Açores

 

As Casas Açorianas, como Parceira da Geoparques Açores, foi convidada a participar num Webinar organizado pela Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através da Direção Regional do Ambiente, que teve como finalidade reunir os parceiros da Geoparque Açores, bem com entidades ligadas a este importante tema e onde foi apresentado o trabalho que tem sido desenvolvido em prol do património geológico dos Açores.

A representação das Casas Açorianas foi feita pelo seu presidente Gilberto Vieira, que participou no fórum com a seguinte intervenção.

 

Bom dia para todos os participantes,

Não quero deixar de saudar a iniciativa e agradecer o convite para participar num fórum que reputo de muito interesse no contexto da realidade turística Açoriana e dos meios de divulgação diferenciados que vão ficando ao nosso dispor.
Escusado será dizer, por ser uma verdade à La Palice para quem está a participar neste encontro, que, muito pra lá da importância que têm no que ao turismo diz respeito, as classificações de Património Mundial e de reserva da Biosfera, tal como outros galardões (estou a lembrar-me, por exemplo, do Quality Coast), a par dos Geoparques, essas classificações e infraestruturas de proteção e usufruto da natureza são mais-valias – e até motivo de orgulho -, para as populações locais.
Por ter apenas beneficiado dos vossos importantes contributos e não lhes ter dito nada de novo nem de velho, conto-vos uma pequena experiência pessoal. Certo dia, após aterrar no aeródromo da ilha Graciosa, ouvi no sistema de som do avião: “senhores passageiros acabámos de aterrar na Graciosa, uma ilha reserva da Biosfera”. Confesso que senti um inesperado orgulho.
Centremo-nos agora na importância que estas realidades têm para a promoção turística do arquipélago, primeiro como, digamos assim, certificados de qualidade e interesse para um conjunto cada vez mais vasto de pessoas em todo o mundo que pesquisa destinos de férias ou de interesses culturais, científicos e de descoberta a muitos outros níveis. Depois, uma vez cá chegados, os visitantes encontram nos Geoparques, na paisagem protegida da ilha do Pico, na cidade de Angra do Heroísmo, nas Fajãs de São Jorge, por exemplo, locais de usufruto e conhecimento que não defraudam as expectativas criadas.
No meio deste cenário, encontramos as unidades de turismo rural e de natureza. É, felizmente, consensualmente reconhecido como um elemento-chave – aquilo a que se chama um produto-âncora –, da atividade turística regional.

Entendo que os Açores vêm percorrendo um caminho de afirmação progressiva.

Partindo de um ponto em que a atividade turística era pouco mais do que incipiente, o Governo Regional dos Açores iniciou há cerca de duas décadas uma aposta no turismo como atividade diversificadora da economia do arquipélago, juntando-se aos dois pilares tradicionais e ainda hoje indispensáveis que são a agricultura e as pescas.

Essa aposta passou, desde logo, pela promoção mais ou menos seletiva junto de mercados para os quais a beleza paisagística, o sossego, a presença constante do mar e as tradições culturais eram os atrativos mais fortes.

Nesse percurso, o turismo rural começou a ter um papel fundamental na promoção, embora inicialmente de expressão de oferta reduzida. Este segmento foi sendo consolidado e reconhecido, levando, a certa altura, à criação da Associação de Turismo em Espaço Rural – Casas Açorianas, que passou a ser um parceiro incontornável das autoridades do setor, nesse esforço de divulgação do destino com toda a sua autenticidade, simplicidade e afabilidade das populações e riqueza ambiental e paisagística.

Fiz este pequeno historial para lembrar um caminho que foi sendo percorrido com altos e baixos, mas que permitiu chegarmos aos dias de hoje com uma certeza consolidada: o turismo rural e de natureza é a joia que encima a coroa do que a natureza e séculos de vivências pacatas e respeitadoras do meio envolvente nos legaram.

É esse legado que as casas açorianas assumem e defendem, proporcionando experiências marcantes, como testemunham imensos frequentadores das unidades nossas associadas.

Quanto à importância da marca UNESCO no caso concreto do turismo rural e de natureza, nomeadamente no que concerne às Casas Açorianas, diria que estamos perante um “casamento perfeito”.

Um “casamento perfeito” porque todo o trabalho desenvolvido ao longo dos anos para criar uma oferta de alojamento e restauração, a par de proporcionar vivências estimulantes, pela sua autenticidade e simplicidade, por parte de quem se dedicou a este negócio/paixão, permitiu criar, sem favor, os primeiros centros interpretativos, mesmo que informalmente, mas com rigor, dos Açores. Atrevo-me mesmo a dizer que poderá ter sido, em certa medida, a base para a constituição de outras infraestruturas de interpretação e usufruto mais direcionadas.

Um “casamento perfeito” porque a visibilidade que a marca UNESCO proporciona é um veículo de excelência para potenciar e valorizar todo o trabalho que foi feito ao longo do tempo. E esse benefício para a generalidade do turismo nos Açores, tem expressão especial, dado o tipo de visitantes que atrai, no turismo rural e de natureza de que as Casas Açorianas, pela sua representatividade em toda a Região e pelos valores que defendem, estão na linha da frente.

Vivemos tempos complicados devido a uma experiência absolutamente inesperada, para a qual não estávamos minimamente preparados, mas que pode servir para uma pausa de reflexão sobre o que conseguimos até aqui e sobre o que podemos e devemos continuar a perseguir, neste desafio em que o futuro é o principal desígnio, em várias frentes.

A todos o que com empenho e, mesmo, paixão se dedicam a salvaguardar e valorizar a herança generosa que recebemos, presto a mais sincera homenagem, com votos de continuação de profícuo trabalho e que se mantenham sempre atentos e seguros a todas as situações de interesse individual, porque estas são também do interesse coletivo.

Abraços

 Gilberto Vieira



Organização Mundial do Turismo destaca trabalho da Região no âmbito do selo 'Clean & Safe Açores'

No âmbito da implementação do selo Clean & Safe Açores, a Região, foi distinguida pela Organização Mundial do Turismo, pelo trabalho que desenvolveu no que diz respeito às medidas tomadas em relação ao COVID-19, com particular destaque para o Manual de Boas Práticas, que visou assegurar que os Açores reúne todas as condições de segurança no setor do Turismo.

 

Comunicação da Sra Secretária Regional do Ambiente, Energia e Turismo.

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo revelou hoje que a OMT – Organização Mundial de Turismo destacou o trabalho da Região no âmbito do selo ‘Clean & Safe Açores’.
“Os Açores, como primeiro arquipélago do mundo certificado como destino sustentável pela EarthCheck/GSTC, consideram esta iniciativa essencial para que as empresas e os operadores turísticos implementem medidas de trabalho seguras e para que, através de uma atuação concertada, se promova e reforce a segurança do destino”, refere uma comunicação da Organização Mundial do Turismo.
Marta Guerreiro manifestou “muita satisfação” por esta distinção, que considerou ser “mais um reconhecimento do trabalho, com sucesso, que o Governo dos Açores tem levado a cabo no que diz respeito à criação e implementação de medidas de segurança sanitária no setor do turismo”.
A iniciativa ‘Clean & Safe Açores’ pretende reconhecer as entidades do turismo que cumpram as recomendações da Autoridade Regional de Saúde, após um trabalho de parceria com as entidades regionais representativas do setor.



Em tempos de pandemia, Turismo Rural reforça posicionamento único

 

Num período de pós-confinamento e numa altura em que a retoma turística se faz paulatinamente, as unidades de Turismo Rural estão a ganhar um papel de relevo sobretudo pelas várias características e que estão nas atuais tendências de procura dos turistas.

in "PUBLITURIS",18 de agosto de 2020

Leia o artigo



Processo de certificação dos Açores como Destino Sustentável

 

No seguimento do processo de certificação dos Açores como Destino Sustentável pelo Conselho Global de Turismo Sustentável (GSTC), as Casas Açorianas, participou como parceira no grupo de trabalho promovido pela Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através de 2 reuniões online, que teve como finalidade, refletir de como introduzir práticas de consumo sustentável nos setores da Restauração, Hotelaria, Alojamentos Turísticos  e Similares, de modo a promover a sua articulação com as atividades inspetivas da região que regulamentam cada um destes setores do turismo nos Açores.
Participaram nestas reuniões diversas entidades oficiais e inspetivas, diretamente ligadas ao tema, bem como várias associações do setor do turismo que no final foram desafiadas a manifestar as suas recomendações e sugestões para procedimentos futuros.


Dossier Turismo Rural

 

Em tempos de pandemia, Turismo Rural reforça posicionamento único.

in "PUBLITURIS",17 de julho de 2020

Leia o artigo



''Não tenhamos ilusões, a pandemia foi um rude golpe para muitos dos nossos associados com casas de turismo em espaço rural''

Quinta do Martelo - Ilha Terceira

 

Nascido de um sonho e de uma paixão de há trinta e um anos, quando ainda exercia a profissão de agente de viagens, Gilberto Manuel Ramos Vieira, 60 anos de idade, é o proprietário da Quinta do Martelo, uma das mais conceituadas, mais antigas e conhecidas estruturas de alojamento rural dos Açores. Gilberto Vieira que é também Presidente da Associação Casas Açorianas, falou com o Correio dos Açores e deu a conhecer as suas preocupações, as suas perspectivas futuras e algumas das sugestões sobre o caminho a seguir para a Quinta do Martelo e para o sector do alojamento na Região.

in "CORREIO DOS AÇORES",10 de julho de 2020

Leia a notícia



Aproveite a campanha ''Viver os Açores'' para conhecer as Casas Açorianas

 

A Associação de Turismo em Espaço Rural, Casas Açorianas, Associa-se à iniciativa do Governo Regional dos Açores, com a campanha " Viver os Açores" promovendo a sua divulgação e promoção. Esta nova medida tem como objetivo promover a retoma gradual do Turismo na Região manifestando-se como uma boa oportunidade para incentivar  os Açorianos a optarem pelo Turismo interno, promovendo desta forma a revitalização económica do Turismo nos Açores.
As Casas Açorianas vê nesta iniciativa um impulso importante para a promoção dos alojamentos seus associados, como uma alternativa segura e confiante para quem nos visita.

Ver vídeo



Quinta do Martelo volta a ganhar mais uma Green Key

 

"Quinta do Martelo e Associações como as Casas Açorianas têm um papel fulcral no relançamento da actividade nos Açores, pelo que representam de originalidade e diferenciação da oferta, no seio do destino Açores."

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 5 de julho de 2020

Leia a notícia



Governo dos Açores alarga ao Continente rede de laboratórios de análises de despiste da COVID-19

 

Foi anunciado pelo Governo Regional dos Açores, que a partir do dia 1 de Julho, quem se deslocar à Região, poderá fazer o teste de despiste à COVID-19 no local de origem, bastando para isso a apresentação de comprovativo de reserva / pagamento de viagem para os Açores, num dos Laboratórios Convencionados pela Região no território Continental, e o mesmo será suportado pelo Governo Regional dos Açores.



Azores Towards Sustainability

 

A Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, através da Direção Regional do Turismo, lançou a campanha ‘Todos Fazemos Parte’, com o mote de que “queremos viver juntos os melhores dias das nossas vidas: nós, os Açorianos, e todos os nossos visitantes”.

Com mensagens fortes, mas também objetivas, pretende-se ‘convocar’ todos os Açorianos a fazerem parte do setor mais dinâmico da Região, fazendo jus à hospitalidade genuína do Povo Açoriano.

Todos Fazemos Parte



Reforçar a promoção para recuperar a visibilidade dos Açores

 

Gilberto Vieira, presidente da direção das Casas Açorianas, revela que, apesar do aumento do interesse no turismo em espaço rural, o número de reservas ainda é muito residual.

in "Açoriano Oriental", 13 de junho de 2020

Leia a notícia



Programa da RTP - Sociedade Civil

 

Viajar dentro do país não é proibido, nem particularmente perigoso. E quem tem espaços para receber, estrangeiros ou portugueses, está cada vez mais empenhado em sobressair.

Programa transmitido no dia 10 de junho sobre o tema Turismo Rural.

Veja o programa



Retoma vai ser lenta e turismo rural terá papel fulcral

 

Há quem diga que a nova tendência do turismo, nos próximos tempos de pandemia, será a procura por espaços naturais, alojamentos em que as famílias estejam à vontade sem se cruzarem com outras pessoas e que este papel será relevante no turismo em espaço rural. Haverá entusiasmo nos Açores para alavancar a nova tendência? O Presidente da Associação Casas Açorianas (turismo rural), Gilberto Vieira, fala das perspectivas deste tipo de oferta numa entrevista ao “Diário Insular”.

in "DIÁRIO AÇORES", 7 de junho de 2020

Leia a notícia



Açores prepara retoma do turismo com manual de boas práticas Covid-19

Reunião de trabalho - Manual de Boas Práticas Covid-19

 

Gilberto Vieira, presidente da Associação de Turismo em Espaço Rural – Casas Açorianas reuniu com S. Exa. a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, no dia 2 de junho. A reunião, realizada a pedido de Marta Guerreiro, teve por objetivo a discussão dos procedimentos gerais e específicos das atividades de Turismo em Espaço Rural, Alojamento Local e Pousadas da Juventude.
Relativamente à proposta apresentada, Gilberto Vieira mostrou a sua preocupação e partilhou o documento com os seus associados, com o objetivo de recolher contributos.



Retoma do Turismo na Região

 

Na sequência de um conjunto de contatos com os Partidos Políticos e Parceiros Sociais da Região, O Presidente do Governo Regional dos Açores, reuniu ontem dia 25 de maio de 2020 no Palácio de Santana pelas 10h30, com representantes de várias áreas do setor Hoteleiro e da Restauração. As Casas Açorianas como associação representativa de um importante setor da economia da região, fez-se representar nesta reunião por um dos seus membros da Direção.

Esta série de contatos, visa acompanhar o processo de desconfinamento e de retoma que está a decorrer na Região, na sequência da pandemia de COVID-19. 

Foram vários os assuntos abordados nesta reunião, abaixo fazemos uma breve apresentação dos principais tópicos discutidos por todos os presentes.

O inicio da reunião deu-se com os representantes do setor presentes a:

- Congratularam o Presidente pela forma como a região está a conseguir conter a epidemia;

- Foram da opinião que urge, por parte do Governo, apresentar uma calendarização para o relançamento social e económico;

- Demonstraram a sua preocupação quanto ao número de reservas/ cancelamentos e incertezas quanto ao futuro próximo;

- Evidenciaram preocupação quanto à necessidade do selo “safe& clean” dos Açores.

- Como não é de prever um verão de grande movimento, com a consequente atividade mais reduzida, o prolongamento do “lay-off”;

- Apostar no mercado interno, inter-ilhas;

- Haver subsídios não reembolsáveis;

- Dar o exemplo, com as boas práticas, para que também cumpra quem nos visita e quem requer o serviço.

 

TESTES DE DESPISTE AO VÍRUS SARS-COV-2

Passageiros que desembarcam nos aeroportos dos Açores:

Opções:

- Trazem o comprovativo do teste feito de despiste ao vírus SARS-CoV-2 nas 72 horas antes do voo ter partido com destino aos Açores e o resultado ter sido negativo;

- Se a estadia nos Açores se prolongar por sete ou mais dias, devem, no 5.º e no 13. º dias, a contar da data de realização do teste de despiste ao SARS-CoV-2, caso a mesma se prolongue até este ou por mais dias, contactar a autoridade de saúde do concelho em que reside ou está alojado, tendo em vista a realização de novo teste de despiste ao SARS-CoV-2, a promover pela autoridade de saúde local, cujo resultado ser-lhe-á comunicado no prazo de 24 horas;

- Em alternativa podem optar pela segunda opção: consiste em iniciar os procedimentos para realizar o teste de despiste ao vírus SARS-CoV-2 no momento que desembarca. Para isso, os profissionais da autoridade de saúde que estão no aeroporto vão necessitar de recolher amostras biológicas tendo em vista realizar o teste de despiste ao SARS-CoV-2. Neste caso, serão conduzidos a um hotel determinado pelo Governo Regional dos Açores, onde têm a obrigação de permanecer no quarto, em isolamento profilático, até ao resultado do referido teste. O prazo máximo para ser transmitido o resultado do seu teste é de 48 horas;

- Se a estadia nos Açores se prolongar por sete ou mais dias, a contar do dia da realização do teste, devem, no 5.º e nos 13.º dias, caso a mesma se prolongue até este ou por mais dias, contactar a autoridade de saúde do concelho em que reside ou está alojado, tendo em vista a realização de novo teste de despiste ao SARS-CoV-2, a promover pela autoridade de saúde local, cujo resultado é comunicado no prazo de 24 horas.

 

TURISMO

- CONFIANÇA E SEGURANÇA serão as palavras-chave da retoma do turismo, numa mensagem que foi reiterada pelos vários agentes do setor.

- O Presidente sublinhou a importância de traçar um caminho de retoma de confiança e de esperança em relação à reconstrução de um setor que tem a importância que o Turismo tem na economia regional.

- Repensar o Turismo nos Açores - face aos resultados nos Açores, é uma grande oportunidade de aproveitar a “onda”, de reposicionamento e transmitir uma mensagem de segurança e confiança. As mais-valias que a região apresenta nesta nova fase do turismo, apontando para o trabalho desenvolvido ao longo dos anos, que assenta muito nas características únicas do nosso turismo, do ponto de vista da sustentabilidade, da não massificação, valorizar os Açores, (sua exclusividade como destino turístico sustentável, de natureza).

   - Apostar na qualidade dos serviços, qualificação da nossa oferta e formação.

   - Forte articulação entre os vários intervenientes no sector.

   - Fortes parcerias.

   - Selo “ safe & clean ” para a Região

O Presidente referiu que se devia aproveitar todo o esforço e mediatização que está sendo feito relativamente ao selo do Turismo de Portugal e dar uma ideia açoriana, digamos “regionalizar” o selo, alargando a vários serviços e incluindo fatores acrescidos de confiança e segurança, nomeadamente a imagem sanitária positiva.

Apresentou o conceito de "Bolha de Viagens ou Corredor" que é tendência para a retoma do Turismo em alguns países, nomeadamente entre Austrália e Nova Zelândia. Trata-se de abrir as fronteiras a um número restrito de países com resultados baixos de casos positivos por COVID-19. No caso dos Açores a ideia seria abrir esta zona segura para viajantes, ou seja, este "Corredor" ou "Bolha" de turismo entre os Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.

 

LIGAÇÕES AÉREAS INTER-ILHAS

 - As ligações aéreas inter-ilhas e as ligações marítimas no Grupo Central do arquipélago vão ser retomadas, de forma gradual, a partir de sexta-feira, 29 de maio.

- Ligações da Azores Airlines ao exterior da Região, Vasco Cordeiro adiantou que, nas primeiras semanas de junho, será feita essa análise, no sentido de permitir que, ao longo desse mês, possam ser retomados estes voos.

- Será de forma progressiva. Numa primeira fase, apenas com o continente, caminhando progressivamente para, também nas ligações com exterior, ao longo do mês de junho, fazer-se a reativação destes voos.

- Será feito um trabalho de monitorização em relação aquilo que acontecerá com esta abertura, com a maior movimentação de pessoas que se vai registar.

 

O Presidente afirmou que será tudo feito passo a passo. Cada passo com segurança, mas não ponde de parte, obviamente, que possa, eventualmente, ser necessário retroceder. Não é por surgir apenas um caso positivo que vai haver um retrocesso, mas sim vários casos. Nesta situação o essencial é a capacidade de determinar a cadeia de contágio, de isolar, de testar, de ter a situação sob controlo.

Tentar voltar tudo à normalidade em julho e agosto (Se não se conseguir controlar o surto, ou seja, com vários casos positivos, irá voltar tudo para trás).

Finalmente todos os presentes consideraram que estas reuniões deveriam ser realizadas com mais frequência, face à situação que se está a atravessar. O Presidente concordou e adiantou que no próximo mês haverá outra reunião.

 

A Abordagem das Casas Açorianas na reunião com o Presidente do Governo Regional dos Açores

A Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas, fez-se representar na Reunião com a Presidência do Governo Regional dos Açores por um dos seus membros da Direção, na referida reunião foi manifestado por parte das Casas Açorianas algumas preocupações com o setor do Turismo Rural e com a retoma económica de um dos mais importantes setores da economia da Região.

1. Preocupação em relação às reservas / cancelamentos…

2. Vazio de faturação nos últimos tempos…

3. O dilema que a todos preocupa: por um lado a necessidade desesperada de hóspedes e com todas as implicações ao nível da economia, emprego etc… e por outro salvaguardar todo o trabalho meritório e de louvar que tem sido realizado na região para suster a epidemia.

4. O turismo entre as ilhas – não terá em princípio muita expressão; a nível nacional e devido ao medo e à situação económica que muitos estão a viver não será de “grandes voos”, mas sim mais de “condução” ou seja será mais de “driving “do que flying”. Em termos internacionais, cada país está a tentar “sugar” os seus potenciais viajantes para ajudar a alavancar a economia destes mesmos países. (opinião).

5. O papel importante das Casas Açorianas em todo a caminhada que o Turismo em Espaço Rural tem feito nos Açores ao longo destas duas décadas…

6. Calendarização para o relançamento social e económico (para sabermos com o que podemos contar nos próximos tempos).

7. A necessidade do selo “safe&clean “ dos Açores  ( foi referido, de que já alguns associados das Casas Açorianas sugeriram a criação  de um selo próprio para as casas, pois as mesmas têm um Manual de Boas Práticas e um processo de certificação por uma entidade independente  com auditorias surpresa  etc….) mas  consideramos que  este   selo corresponde   a um processo que deve ser feito em  conjunto, abrangendo toda a região e envolvendo  os vários participantes do sector do turismo e outras entidades necessárias…

8. As Medidas de apoio ao sector devem continuar, serem reforçadas e adaptadas às novas realidades…



Situação 'sem paralelo' no turismo dos Açores

Quinta da Queiró - Sete Cidades

 

O presidente da Associação Casas Açorianas, Gilberto Vieira, considera que o turismo na Região atravessa uma “situação completamente atípica” e “sem paralelo”, desde que o setor existe de forma organizada.

in "DIÁRIO INSULAR", 21 de maio de 2020

Leia a notícia



Esforços da retoma devem concentrar-se para Janeiro 2021

 

Gilberto Vieira é um dos empresários com mais experiência no sector do turismo nos Açores, sendo proprietário da unidade de turismo rural “Quinta do Martelo”, na ilha Terceira, uma das mais galardoadas a nível internacional. É, também, o Presidente da Associação de Turismo Rural no arquipélago, sector específico que é visto como um dos primeiros que poderão abrir com a retoma turística, uma vez que os turistas, nesta fase, poderão privilegiar os espaços alternativos aos hotéis.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 17 de maio de 2020

Leia a notícia



Covid-19 - Criada Linha Açores 800 29 29 29 para esclarecimento de dúvidas não médicas

 

Criada Linha Açores 800 29 29 29 para esclarecimento de dúvidas não médicas

O Governo dos Açores disponibilizou uma linha telefónica destinada especificamente a esclarecer os Açorianos sobre dúvidas, de caráter não médico, relacionadas com a situação na Região derivada da pandemia do novo coronavírus COVID-19.
A Linha Açores de Esclarecimento Não Médico COVID-19 tem o número 800 29 29 29 e pode ser utilizada entre as 08h00 e as 20h00, todos os dias da semana, para esclarecimentos sobre as medidas adotadas na Região para fazer face à pandemia do novo coronavírus, as quais poderão também ser colocadas através do endereço de correio eletrónico esclarecimentocovid19@azores.gov.pt.
Para as questões de foro clínico deve ser usada a Linha Saúde Açores 808 24 60 24, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
Se tiver tosse, febre e dificuldade respiratória, deve isolar-se, não se deslocar às urgências e contactar, de imediato, a Linha Saúde Açores 808 24 60 24.

Consulte o site do Governo dos Açores



Covid-19 - TODOS OS PASSAGEIROS DO EXTERIOR CHEGADOS AOS AÇORES ESTÃO SUJEITOS A QUARENTENA OBRIGATÓRIA

 

Todos os passageiros do exterior sujeitos a quarentena obrigatória

Todos os passageiros de voos do exterior que aterrem na Região estão, a partir do início da tarde de hoje, obrigados a cumprir um período obrigatório de quarentena de 14 dias, determinado pela Autoridade de Saúde Regional.
São, também, obrigados a assinar uma declaração que os informa que o não cumprimento desse período obrigatório de quarentena constitui crime de desobediência e, como tal, será apresentada queixa junto das autoridades judiciais.
Além desta medida, todos os passageiros provenientes do exterior da Região estão a ser sujeitos ao preenchimento de inquéritos de despiste de possíveis casos suspeitos de infeção pelo novo coronavírus COVID-19, uma medida de prevenção que está a ser coordenada, em cada um dos aeroportos, pelos delegados de saúde das respetivas ilhas.
Esses questionários permitem determinar, em cada um dos passageiros provenientes do exterior, a existência de critérios epidemiológicos e clínicos associados ao COVID-19.
Sempre que, na sequência da informação prestada nos questionários, que são preenchidos antes do desembarque, existe a validação de um caso suspeito, esse passageiro fica imediatamente isolado para despiste, através de análises laboratoriais.
Havendo a recusa de preenchimento do questionário de despiste, o passageiro fica, automaticamente, impedido de desembarcar pelo delegado de saúde.
As tripulações destes voos, em caso de desembarque, estão igualmente sujeitas ao cumprimento de todas estas medidas.

Consulte o site do Governo dos Açores



Covid-19 - Procedimentos de prevenção, controlo e vigilância para Empreendimentos Turísticos

 

Na sequência de orientações recebidas da Direção Regional da Saúde e atendendo às medidas atualmente em vigor na Região Autónoma dos Açores, no âmbito da Pandemia Covid-19, nomeadamente, todos os passageiros de voos do exterior que aterrem na Região estarem obrigados a cumprir um período obrigatório de quarentena de 14 dias, determinado pela Autoridade de Saúde Regional, solicitamos a V. melhor atenção, no sentido dos empreendimentos turísticos reforçarem junto dos clientes abrangidos a necessidade de permanência no alojamento, devendo ser providenciado o serviço de room-service, cujo pagamento fica a cargo do respetivo cliente, sendo que no âmbito da referida quarentena, todos os custos deverão ser assumidos pelos clientes.
No caso de não cumprimento deste período obrigatório de quarentena, deverão os Empreendimentos Turísticos comunicar tal facto ao respetivo delegado de saúde do concelho do respetivo alojamento.
Relembra-se que o não cumprimento do período de quarentena obrigatório incorre no crime de desobediência civil.
Em caso de dúvidas sobre esta matéria deverá ser contactado o delegado de saúde do concelho do respetivo alojamento ou a Direção Regional de Saúde, através do correio eletrónico sres-drs@azores.gov.pt.


Circular Informativa n.ª DRS-CINF/2020/14, de 2020/03/13



O turismo rural assume-se como produto-âncora nos Açores

Casa dos Barcos - Lagoa das Furnas

 

A Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas - nasceu da necessidade de promover unidades hoteleiras nas nove ilhas dos Açores e de criar um segmento único no turismo deste arquipélago.

in "AMBITUR"

Leia a reportagem



Adiamento do fórum na ilha do Pico | “Sensibilização para a Vertente Ambiental” - Açores - Rumo à sustentabilidade enquanto destino turístico

 

A Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas comunica que, face às recomendações e medidas emanadas na sequência da reunião extraordinária do Conselho do Governo dos Açores, realizada esta quarta feira, 11 de março, devido à evolução da pandemia do COVID-19, decidiu adiar para data a anunciar oportunamente a realização do evento subordinado ao tema “Sensibilização para a Vertente Ambiental” - Açores - Rumo à sustentabilidade enquanto destino turístico, agendado para a ilha do Pico entre os dias 26 e 28 de março.
 
A Associação Casas Açorianas lamenta o transtorno causado aos participantes da região e do exterior, tendo tomado esta decisão baseada na importância fulcral da preservação da saúde pública e do bem-estar de todos.
 
A Direção


Reunião para análise da evolução dos impactos do Covid-19

 

Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas Açorianas esteve presente, no dia 11 de março, na reunião organizada pelo Sr.º Vice-Presidente do Governo, Sérgio Ávila, e a Sr.ª Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, onde foi definido a criação de um grupo de monitorização dos efeitos da pandemia nos Açores, na área do turismo.

in "TELEJORNAL DA RTP - AÇORES", 11 março de 2020

Ver o telejornal



Coronavírus/COVID-19

 

 EM ATUALIZAÇÃO 

O novo Coronavírus / COVID-19, inicialmente detetado na China, na cidade de Wuhan, encontra-se em fase de propagação um pouco por todo o Mundo, tendo a Organização Mundial de Saúde declarado situação de pandemia.

Nos últimos dias, a propagação do vírus atingiu Portugal, sendo previsível que atinja os Açores.

A Associação de Turismo em Espaço Rural Casas Açorianas acompanha com preocupação o impacto da pandemia no nosso sector.

Disponibilizamos aos nossos associados, neste espaço, informação governamental, que atualizaremos sempre que forem fornecidas novas diretrizes.

Procedimentos de prevenção, controlo e vigilância em hotéis

Circular Normativa N.º DRS - CNORM/2020/11 - Empresas



RTP - Açores | 'Sensibilização para a Vertente Ambiental' - Açores - Rumo à Sustentabilidade Enquanto Destino Turístico

 

No passado dia 7 de março, Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas Açorianas, divulgou no telejornal da RTP - Açores o evento que terá lugar na ilha do Pico no final do presente mês.

in "TELEJORNAL DA RTP - AÇORES", 7 março de 2020

Ver o telejornal



''Sensibilização para a Vertente Ambiental'' - Açores - Rumo à Sustentabilidade Enquanto Destino Turístico

Conferência de imprensa realizada a 5 de março de 2020

 

As Casas Açorianas, em parceria com a Associação de Municípios da Ilha do Pico e o Governo dos Açores, promovem no final do mês de março uma Press Trip com o objetivo de promover e divulgar o melhor que o Pico tem associado ao turismo ambiental e sustentável.

Subordinada ao tema "'Sensibilização para a Vertente Ambiental' - Açores - Rumo à ustentabilidade enquanto destino turístico", a Press Trip vai decorrer entre 26 e 28 de março.

Ao longo de três dias os participantes vão visitar diversos locais e debater questões relacionadas com o ambiente e o futuro sustentável do turismo açoriano.

Além disso, vão conhecer os programas governamentais de sensibilização ambiental, como o Miosótis, e um conjunto de iniciativas de promoção da sustentabilidade ao nível dos resíduos e gestão da água junto dos alojamentos turísticos e dos que promovem uma oferta diferenciada de proximidade com os valores rurais e culturais.

A iniciativa vai trazer ao Pico representantes de vários órgãos de comunicação social de âmbito nacional especializados em desenvolver conteúdos de interesse ambiental, permitindo o estreitar de relacionamentos com as empresas locais.

Apresentada em São Roque do Pico, concelho detentor da marca Capital do Turismo Rural, a deslocação de jornalistas pretende, igualmente, contribuir para promover e lançar produtos turísticos amigos do ambiente, bem como oferecer outras informações relevantes.

Assessoria de imprensa da Câmara Municipal de São Roque



Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural elegeu órgãos sociais

Mesa da Assembleia Geral

 

Casas Açorianas querem reforçar “credibilidade” da marca

Gilberto Vieira, da Quinta do Martelo, foi reeleito para mais um mandato como presidente da associação Casas Açorianas, que também está atenta ao Covid-19.

in "DIÁRIO INSULAR", 3 março de 2020

Leia a notícia



Fórum na Ilha do Pico Março 2020 - Açores – Rumo à sustentabilidade enquanto destino turístico

 

Caros Associados,

Tal como tem sido apanágio da atividade associativa ao longo dos anos, com Direções anteriores, o recentemente eleito elenco diretivo da nossa Associação propõe-se continuar um trabalho de aglutinação dos sócios das Casas Açorianas em torno de interesses comuns, que passam por afinar estratégias de valorização das nossas unidades, através de contributos que a experiência recomenda, até tomar contato com novas temáticas que a todos podem interessar e valorizar a oferta que cada um presta.
Neste sentido, e porque a actual Direção entende que o melhor fórum para debate e contato com novas realidades é presencial, anunciamos que se realiza, de 26 a 29 de Março na ilha do Pico, um encontro com a base temática “Sensibilização para a Vertente Ambiental – Açores rumo à sustentabilidade enquanto destino turístico”, fórum no qual será ainda possível debatermos questões laterais ao tema, mas de importância essencial para a nossa atividade futura.
Informamos ainda que, fruto de parcerias com entidades diversas, a Direção conseguiu oferecer a todos os Associados um pacote, que inclui viagem, alojamento e alimentação pelo preço único de 50,00 por pessoa, valor que se aplica também a um acompanhante, independentemente da ilha de proveniência.
Por imperativos de transporte, após contatos já realizados com a SATA a Direção necessita que seja confirmada as presenças dos interessados até ao limite máximo de quinta-feira dia 5 de Março, uma vez que a disponibilidade de lugares já é muito restrita.
Informamos também que os painéis de oradores e moderadores podem ainda sofrer alterações ao que está expresso no programa que enviamos em anexo.

Cordiais saudações associativas.
A Direção

 

Consulte o programa do evento



RECOMENDAÇÕES - Infeção por novo Coronavírus (COVID-19)

 

Caros Associados

Face à epidemia causada pelo novo Coronavírus (COVID-19), de acordo com as comunicações da Confederação do Turismo Português, importa reforçar os mecanismos de mobilização social, envolvendo em concreto as associações e as empresas para a promoção e ampla disseminação das recomendações nacionais.

Nesse sentido, e seguindo a indicação e recomendação da DGS - Direcção-Geral da Saúde juntam-se em anexo os folhetos informativos sobre modos de prevenção para o Coronavírus COVID-19, os quais devem ser amplamente difundidos.

Mais se informa que o site da DGS disponibiliza no link https://www.dgs.pt/corona-virus/documentos/orientacoes.aspx um conjunto de informações relevantes disponíveis, bem como, na página da internet da DGS, se encontram disponibilizadas as 6 orientações emitidas por aquela entidade para efeitos de prevenção, nomeadamente, a Orientação nº 004/2020 de 01/02/2020 - Infeção por novo Coronavírus (2019-nCoV) Procedimentos de vigilância de aeroportos e viajantes por via aérea e a Orientação nº 005/2020 de 26/02/2020 - Infeção por SARS-CoV-2 (COVID-19) Procedimentos para portos e viajantes por via marítima.

Aproveitamos igualmente para disponibilizar a Orientação de Procedimentos de prevenção, controlo e vigilância em empresas emitida pela DGS, para a qual solicitamos a vossa redobrada atenção e difusão.

É aconselhada a consulta regular das fontes de informação disponibilizadas as quais estão a ser regularmente atualizadas.



Assembleia Geral

 

Na Assembleia Geral realizada no dia 27 de fevereiro, e na sequência de eleições estatutárias, tomou posse a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural.

Os novos membros dos três órgãos sociais, são:

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente: Rodrigo Rodrigues (Casa dos Barcos)

1º Secretário: Alexandra Vieira (Casa da Igreja Velha)

2º Secretário: Aurélio Martins (Moinho das Feteiras)

DIREÇÃO

Presidente: Gilberto Vieira (Quinta do Martelo)                                         

Secretário Geral: António Gomes (Casas dos Vimes)                                 

Tesoureiro: Nuno Rosa (Casas do Capelo) 

Vogal: Esmeralda Moreira (Quinta de Nossa Senhora de Lourdes)

Vogal: Ana Catarina Rodrigues (Quinta do Paraíso)

1º Suplente:  Inês Melo (Quinta dos Frutos)

2º Suplente:  Sílvio Gonçalves (Aldeia da Cuada)

CONSELHO FISCAL

Presidente: Manuel Bem (Casas da Fajã)                                               

1ºSecretária: Maria Salomé Medeiros (Quinta da Ribeira da Urze)

2ª Secretária: Mônica Goulart (Adega do Canto)



Promoção do destino Açores

 

Gilberto Vieira, deixa algumas ideias e recados sobre o panorama atual do setor turístico dos Açores, em particular da ilha Terceira.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 8 fevereiro de 2020

Leia a notícia



Promoção do destino Açores deve passar para fase de ilha

Quinta do Martelo

 

Gilberto Vieira, considerado o pioneiro e impulsionador do Turismo Rural e de Natureza nos Açores, também presidente da associação “Casas Açorianas”, aborda o panorama atual do setor turístico.

in "DIÁRIO INSULAR", 4 fevereiro de 2020

Leia a notícia



100 Maiores Empresas dos Açores 2018

 

Gilberto Vieira, Presidente da Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas, é de opinião que os "Açores mantêm intacto o seu potencial turístico".

in "100 Maiores Empresas dos Açores 2018", Dezembro 2019

Leia o artigo



Turismo rural nos Açores está consolidado, mas há ainda entraves a um maior crescimento

 

Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas Açorianas, organismo que congrega as várias unidades de turismo rural na região, concedeu uma entrevista à revista Turisver, conduzida por José Luis Elias, onde faz um balanço do sector relativamente a este ano de 2019 e aponta alguns dos pontos que deviam ser corrigidos, com vista a um maior crescimento do turismo rural nos Açores. É esta entrevista que transcrevemos a seguir.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 20 novembro de 2019

Leia a notícia



Casas Açorianas - UMA OFERTA DE ALOJAMENTO CONSOLIDADA

 

Num momento em que os Açores buscam a sua certificação enquanto destino sustentável, o produto Casas Açorianas acaba também por desempenhar um papel neste caminho já que desde que foi fundada a Associação elas se assumem como uma âncora da sustentabilidade, nomeadamente ao nível ambiental. A revista Turisver falou com Gilberto Vieira, presidente da Direcção da Associação, para sabermos como está a ser desenvolvido o produto e os resultados que tem obtido.

in "TURISVER, 14 novembro de 2019

Leia a notícia



Golfe Rústico é o “novo elemento de animação turística” nos Açores

 

A Associação 7 Maravilhas (Associação de Desenvolvimento Local de Sete Cidades), está a promover durante este mês de novembro o Torneio de Outono em Golfe Rústico Açoriano contando com a parceria das Casas Açorianas (Associação de Turismo em Espaço Rural) impulsionadora e pioneira do Golfe Rústico em todas as ilhas dos Açores.

in "AMBITUR", 5 novembro de 2019

Leia a notícia



A dinâmica do setor do Turismo na Região Autónoma dos Açores

Encontro promovido pela Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo

 

O Presidente da Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas, Gilberto Vieira, esteve, no passado dia 31 de outubro, no Restaurante Anfiteatro, em Ponta Delgada, onde reuniu com S. Exª. a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo e com os diversos agentes de turismo. Na agenda do encontro estiveram o balanço do ano turístico em curso, desafios para 2020 e anos seguintes e a qualificação do sector. 

Durante o encontro uma das preocupações manifestadas por diversos agentes do setor, foi o facto da Delta ter deixado de operar para os Açores. Gilberto Vieira, embora lamentando, referiu que deve ser encarado como um acidente de percurso normalíssimo que só pode causar admiração num destino novo como os Açores, em que nos últimos tempos as coisas têm corrido de forma interessante, acrescenta que as Casas Açorianas colocam-se, como sempre, do lado da solução em que os Açores devem continuar apostar mais na promoção diferenciada e na consolidação da marca como um destino de qualidade e sustentável, para que no futuro mais operadores e companhias aéreas manifestem interesse em operar para os Açores sem necessidade de termos de os aliciar. Dando como ideia o facto de a Delta até ir aumentar o número de frequências para Lisboa, onde se poderá captar alguns desses clientes que ficaram encantados com os Açores e que a partir deste momento procurarão a forma mais conveniente para cá chegarem. – O mais importante é não baixarmos os braços e não deixarmos que a situação nos prejudique, mas pelo menos minimizar ou mesmo tirarmos partido dessa situação.



27 de Setembro - Dia Mundial do Turismo - Concurso

 

No Dia Mundial do Turismo as Casas Açorianas têm um "mimo" para oferecer . Trata-se de uma estadia de duas noites para duas pessoas numa das unidades nossas associadas, na ilha escolhida pelo contemplado, num sorteio promovido por esta Associação. Para se habilitarem a esta oferta só têm de:

  1. Seguir o instagram @casasacorianas e fazer "gosto" nesta publicação;
  2. Colocar like na página de Facebook das Casas Açorianas e fazer "gosto" nesta publicação;
  3. Deixar uma mensagem alusiva ao Turismo Rural nos Açores no Instagram ou Facebook.

 Consulte o regulamento do concurso

 

Atualização da notícia

O prémio do concurso do Dia Mundial do Turismo foi atribuído a José Rocha Silva.



A Região Autónoma dos Açores está empenhada na certificação como destino turístico sustentável

 

Gilberto Vieira, presidente da Associação Casas Açorianas, participou como membro consultivo na reunião do Comité Consultivo para a Sustentabilidade do Destino Turístico Açores, realizado em Ponta Delgada, no passado dia 8 de outubro.

A região está a trabalhar fortemente para que até ao final do ano possa ser atribuída a certificação como destino turístico sustentável. As Casas Açorianas fazem parte do Comité Consultivo para a Sustentabilidade do Destino Turístico Açores e estão empenhadas em acompanhar todo este processo de forma a defender os interesses do turismo em espaço rural, dos seus associados e da região.

Para mais informação sobre este processo de certificação clique aqui.



Sustentabilidade é o desafio no Turismo

Sede da Associação

 

A associação de turismo em espaço rural "Casas Açorianas" defende que a sustentabilidade é um dos principais desafios do setor nos Açores para os próximos anos.
Numa nota de imprensa enviada ao DI, no âmbito da comemoração do Dia Mundial de Turismo, que se assinala hoje, a associação, presidida por Gilberto Vieira, congratula-se com a realização da conferência "Turismo Sustentável: um Legado Para o Futuro".
A conferência que tem lugar, hoje, em São Miguel, insere-se nas comemorações nacionais do Dia Mundial do Turismo, que este ano centram-se na Região. A iniciativa é do Governo Regional e da Federação do Turismo de Portugal.
"Essa preocupação global (com a sustentabilidade) também já é o principal problema com que os Açores se começam a debater, com tão pouca história de atividade turística", sublinha a associação.
"Turismo deve ser uma atividade económica, cultural e socialmente responsável. Esse é um dado adquirido pelo menos desde que, em 1970, precisamente a 27 de setembro, foi lançada a primeira carta de atividade e responsabilidade no setor", sustentam as "Casas Açorianas".
"Turismo e Emprego: Um Futuro Melhor Para Todos" é o tema, este ano, das celebrações do Dia Mundial de Turismo, que também se assume como um momento de reflexão.

Sorteio
No Dia Mundial do Turismo, as Casas Açorianas têm um "mimo" para oferecer. Trata-se de uma estadia de duas noites para duas pessoas numa das unidades associadas, na ilha escolhida pelo contemplado, num sorteio promovido pela associação.
Quem se quiser habilitar à oferta sugerida pelas "Casas Açorianas" tem de concretizar três passos: Seguir o instagram @casasacorianas e fazer "gosto" nesta publicação; colocar "like" na página de Facebook das Casas Açorianas e fazer "gosto" nesta publicação; deixar uma mensagem alusiva ao Turismo Rural nos Açores no Instagram ou Facebook.

Celebração em Angra
A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e o Museu de Angra associaram-se para assinalar o Dia Mundial do Turismo.
Das 10h30 às 12h e das 15 às 16h30 há visitas guiadas ao Museu de Angra- Edifício de São Francisco e Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima. Pelas 12h, realiza-se um concerto no órgão histórico de Nossa Senhora da Guia por Gustaaf Van Manen.
Às 18h30, com concentração na Praça Velha, decorrem visitas guiadas ao centro histórico.

 

in "Diário Insular" 27 setembro de 2019



Casas Açorianas assinalam Dia Mundial do Turismo com passatempo

 

in "PUBLITURIS", 26 setembro de 2019

Leia a entrevista



Turismo Rural preocupado com a sustentabilidade na Região

Casa de turismo rural situada na freguesia de Santa Bárbara, ilha de Santa Maria

 

Turismo deve ser uma actividade económica, cultural e socialmente responsável.

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 27 setembro de 2019

Leia a entrevista



É insustentável a constante falta de lugares nas viagens inter-ilhas

Casa de turismo rural situada na freguesia das Sete Cidades, ilha de São Miguel

 

Gilberto Vieira Presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural alerta para a necessidade de se melhorar as acessibilidades aéreas no arquipélago, sinalizando o problema causado pela falta de lugares disponíveis nos voos inter-ilhas.

in "AÇORIANO ORIENTAL", 9 setembro de 2019

Leia a entrevista



Temos ainda uma sazonalidade crónica

Casa de turismo rural situada na freguesia de São Mateus, ilha Terceira

 

in "DIÁRIO DOS AÇORES", 1 setembro de 2019

Leia a entrevista



Turismo rural nos Açores tem ainda muito espaço para crescer

 

in "PUBLITURIS", agosto de 2019

Leia a entrevista



Assembleia-geral ordinária

 

Convocatória para a Assembleia Geral de Associados, dia 31 de maio de 2019, 14h00

Consulte a convocatória



Desafios do turismo dos Açores: mais coesão entre ilhas e menos sazonalidade

 

“Continuamos sem encontrar resposta eficaz para transportar, de forma acessível, os turistas para diferentes ilhas, a partir dos pontos de chegada, em que São Miguel tem predominância avassaladora.
E isto num contexto em que sabemos já, pela experiência, que grande parte das pessoas que visitam um arquipélago, e de um modo especial os Açores, tem como objetivo permanecer em mais do que uma ilha, mas não encontra condições para isso.”

Presidente das Casas Açorianas - Gilberto Vieira


in Jornal "Diário dos Açores", 27 de abril de 2019

Leia a notícia publicada no jornal



Associações debatem questões relacionadas com as acessibilidades, a promoção e a massificação

 

Coesão, sazonalidade e massificação da procura foram algumas das preocupações apresentadas pelas associações de turismo nos Açores no I Encontro Regional do setor.

Falta, no turismo açoriano, coesão entre as ilhas. A ideia foi defendida por algumas das associações do setor que participaram no I Encontro Regional do Turismo, que decorreu em São Jorge. Trata-se, defendem, de uma matéria que merece atenção urgente. "A coesão entre ilhas tem de ser, de uma vez por todas, conseguida, porque é um desígnio da nossa autonomia", defendeu Rui Correia, presidente da Associação de Alojamento Local nos Açores.
O responsável, que falava no painel dedicado aos desafios que o setor enfrenta na Região, considerou que o turismo deve ser encarado, no arquipélago, como um "comboio", em que todos chegam ao destino ao mesmo tempo. 
"Não podemos estar aqui em guerrilhas internas, a defender se a ilha é maior ou menor. Durante muito tempo parecia que nós tínhamos de ser uma autoestrada, com nove vias em que o Corvo vai de par em par com São Miguel, com uma viatura idêntica. Não. Acho que é um erro. Temos de ter consciência que nós somos um comboio com nove elementos em que obviamente São Miguel será a locomotiva e o Corvo será a última carruagem, mas vamos chegar todos ao mesmo tempo à mesma estação. Até porque quem está na locomotiva vê a paisagem, a vivência, aquilo que nós somos como povo e diz: 'visitem os outros, no último vagão - no Corvo vai ter uma perspetiva diferente'", afirmou.

Ligações aéreas no centro do debate

ACESSIBILIDADES
Gilberto Vieira, líder das Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural, considerou que a "lacuna" na coesão a que se existe nos Açores está relacionada com o sistema de transportes. A ideia de que São Miguel seria a "alavanca" das restantes ilhas, sublinhou, já foi explorada e não tem tido os resultados necessários.
Para dar a volta ao problema, defendeu, é preciso "redobrar o esforço de divulgação" das especificidades de cada uma das ilhas ou de rotas entre elas, "potenciando o interesse por alternativas" à maior ilha do arquipélago - que "a certa altura do percurso" foi "aposta privilegiada" na promoção.
Neste sentido, defendeu, a intervenção do Executivo revela-se fundamental. "Não estou a defender que o nosso Governo deva pagar, com aspas ou sem aspas, como circula na opinião pública, para operadores sem escrúpulos encherem aviões para 'despejar' pessoas nos Açores. Mas há um esforço de mediação e incentivo que deve continuar a existir, a partir de agora com predominância para todas as ilhas onde se pretende fomentar esse conceito de coesão. É também óbvio que o grupo SATA tem um papel fundamental nesse processo", sublinhou.
O presidente das Casas Açorianas, que também falava no painel dedicado aos desafios do setor do turismo na Região, considerou, ainda, "falacioso" o argumento de que não faz sentido aumentar o número de voos para outras gateways do arquipélago, quando as ligações para São Miguel têm uma boa taxa de ocupação.
"Se é verdade que a ilha de São Miguel é a mais procurada por turistas e emigrantes, não é menos verdade que boa parte da ocupação tem por destino outras ilhas, nomeadamente no caso dos emigrantes que têm poucas oportunidades de fazerem uma ligação direta", lembrou.
Entretanto, Catarina Cymbron, da Associação Portuguesa de Agentes de Viagens, considerou, por seu turno, que ter todas as ilhas a mover-se ao mesmo ritmo, nesse setor, pode acarretar riscos, como aconteceu nas ilhas Baleares e nas Canárias. 
"Falar de coesão e desejar que todos se desenvolvam ao mesmo ritmo é difícil e nem é desejável pois, como sabemos, todas as ilhas têm as suas especificidades, localização, capital humano e é normal que as ilhas maiores já tenham um desenvolvimento turístico diferente das outras", frisou.

S. MIGUEL NÃO GANHA TUDO
Questionados sobre se há ou não "bairrismo" no setor do turismo nos Açores, Catarina Cymbron e Fernando Neves, delegado da Associação de Hotelaria de Portugal, consideraram que sim. Se a primeira oradora defendeu que "pelas diferenças uns dos outros também se cresce", o segundo sustentou que o "bairrismo no turismo é uma coisa péssima" e que há, inclusive, uma visão enviesada do setor em São Miguel.
"Noto, como operador turístico em São Miguel, que muitas vezes São Miguel é acusado de ter tudo e de beneficiar de tudo e isso não corresponde exatamente à realidade. Fiz um pequeno apanhado de dormidas na Região e por ilha e comparei o crescimento desde 2014 para 2018 - 2014, o último ano antes da liberalização. Chego à conclusão que houve um crescimento médio,  nas nove ilhas, de 108%. Como é que se comportou cada uma das ilhas? A ilha Terceira teve um crescimento, neste período, de 143%, a ilha do Pico teve um crescimento de 122% e a ilha das Flores teve, por exemplo, um crescimento de 114%. São Miguel teve um crescimento de 111%. Portanto, não foi a ilha que mais beneficiou. São Miguel beneficiou de um outro ponto, que foi nos proveitos e aí teve capacidade de ultrapassar os preços baixos e de começar a valorizar o destino Açores", afirmou.

FILIPE SILVA, DO TURISMO DE PORTUGAL
Criação de rotas exige tempo
A criação de rotas junto das companhias aéreas é um processo moroso, que exige longas negociações, disse o vogal do conselho diretivo do Turismo de Portugal, no I Encontro Regional do Turismo nos Açores. Filipe Silva falava a propósito do crescimento do mercado americano no setor turístico nacional.
"Quer Faro, quer Açores - não vou particularizar se é São Miguel ou Terceira, se vierem para cá já é bastante importante - , quer Funchal, são operações que temos vindo a discutir com os vários parceiros de companhias aéreas. Ainda neste momento decorreu um evento bastante importante em termos de desenvolvimento de novas rotas, em relação ao qual nos associámos com a ANA aeroportos e os parceiros regionais para tentar captar essas novas operações. São processos que infelizmente não são imediatos - não basta tocar num botão e a rota acontece; são demorados, exigem muitas negociações, sistematização e apresentação de 'business cases' para conseguir motivar as companhias aéreas a considerarem olhar para um destino como os Açores como uma opção para afetação das suas aeronaves", avançou.
Apesar de não serem ainda frequentes as ligações diretas entre os EUA e os Açores, o responsável entende que se trata de um mercado muito importante, que deve ser considerado juntamente com os mercados do norte da Europa e do Canadá.  
Em causa está a crescente procura nesses locais por produtos relacionados, sobretudo, com o turismo de natureza.

CONTRA A MASSIFICAÇÃO
Outra das preocupações levantadas no I Encontro Regional do Turismo dos Açores teve com ver com a possibilidade de massificação do destino. As notícias que dão conta da construção de um hotel com quase 600 camas em Água de Alto, em São Miguel, são um sinal de alarme, consideraram alguns agentes do setor.
"Há relativamente pouco tempo, nós tínhamos quatro ou cinco hotéis que eram autênticos elefantes brancos. Nós chegávamos às Furnas e tínhamos um hotel que esteve fechado anos; chegávamos ao centro de Ponta Delgada e víamos um hotel, que neste momento também já está a funcionar, mas esteve anos fechado; na bela praia de Água de Alto tivemos um projeto; em simultâneo, numa que é uma das sete maravilhas de Portugal, as Sete Cidades, tivemos dois espaços. Tenho um grande receio que não estejamos, também, neste momento, a projetar em São Miguel, elefantes brancos que podem ser críticos, para não dizer criminosos para o futuro do turismo em São Miguel, que é o mesmo que dizer para o futuro turístico dos Açores", disse Fernando Neves.
A opinião foi partilhada por Gilberto Vieira. "Na minha opinião, temos de começar já a refletir sobre o risco potencial de uma eventual massificação, com consequente banalização, talvez involuntária, do produto, ao nível de São Miguel, o que seria catastrófico não só para aquela ilha como para a imagem global do destino Açores. Sei que as autoridades responsáveis já começam a sinalizar esse potencial problema no âmbito do vasto leque de preocupações relativas à sustentabilidade, mas entendo que o assunto deve ser analisado em profundidade, de forma a antecipar e combater o problema", afirmou.

in Jornal "Diário Insular", 16 de abril de 2019



1º Encontro Regional de Turismo dos Açores

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, esteve presente no 1º Encontro Regional de Turismo dos Açores, na ilha de São Jorge, realizado entre os dias 11 e 14 de Abril.
Gilberto Vieira - Presidente, fez parte do 4º Painel dedicado ao tema: "Desafios do Turismo dos Açores: atingir maior coesão entre ilhas e reduzir a sazonalidade".


Confederação Espanhola das Agências de Viagens (CEAV)

Casas Açorianas | Jornadas Técnicas da CEAV

 

Realizou-se entre 28 e 31 de março na ilha Terceira as Jornadas Técnicas da CEAV com cerca de 110 participantes, nomeadamente, agentes de viagens, operadores turísticos, representantes de companhias aéreas e jornalistas.

As Casas Açorianas marcaram presença com um espaço em que disponibilizou um conjunto de informações sobre o Turismo em Espaço Rural nos Açores.



Casas Açorianas na BTL 2019

Casas Açorianas | Stand dos Açores

 

As Casas Açorianas marcam presença na BTL 2019 a promover o Turismo Rural e de Natureza como veículo privilegiado de atração do destino Açores.



Assembleia-geral ordinária

 

Convocatória para a Assembleia Geral de Associados, dia 25 de fevereiro de 2019, 17h00

Consulte a convocatória



Banalização da oferta trará consequências nefastas difíceis de recuperar

 

O turismo rural e de natureza nos Açores atrai cada vez mais seguidores e investidores, afirma Gilberto Vieira, presidente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, que alerta para o risco de banalização da oferta, “com consequências nefastas, das quais será muito difícil recuperar”, caso as novas unidades, assim como as existentes, não respeitem as características que as diferenciam. Uma entrevista concedida ao jornal “Vida Económica”, que transcrevemos.


in Jornal "Diário dos Açores", 9 de fevereiro de 2019

Leia a notícia publicada no jornal



Turismo rural não deve banalizar a oferta

 

in Jornal "Diário Insular", 8 de fevereiro de 2019

O presidente da Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, defende que não se deve banalizar a oferta neste segmento.
"É fundamental que as eventuais novas unidades, como as já existentes, manterem as caraterísticas que nos diferenciam, sob pena de banalizarmos esta oferta especial, com consequências nefastas, das quais será muito difícil recuperar", afirmou, numa entrevista recente ao jornal "Vida Económica".
"Potencial de crescimento existe, claramente. O turismo rural e de natureza nos Açores regista boa procura e, em algumas ilhas, sente-se a necessidade de surgimento de novas unidades que aumentem a dimensão da oferta necessária em situações concretas", constatou ainda.
O turismo em espaço rural, por outro lado, tem permitido recuperar casas tradicionais, apontou Gilberto Vieira. "É inegável que o turismo em espaço rural permitiu recuperar edificações e ambientes tradicionais que, de outra forma, estariam hoje ao abandono. No caso concreto das construções, em que a aposta em arquitetura e materiais, tanto quanto possível, originais em relação à primeira construção desses edifícios, sem menosprezar necessidades atuais de segurança e conforto, é uma mais-valia não só como atrativo turístico, mas também como repositório e testemunho das vivências dos nossos antepassados", sustentou.
Gilberto Vieira rejeitou que o turismo em espaço rural esteja a concorrer com os hotéis de forma forma direta. "Não, não concorre no sentido em que existe um mercado que procura uma oferta genuína, diferente e única. E, felizmente, são cada vez mais as pessoas que descobrem as caraterísticas específicas do turismo rural e de natureza nos Açores. Sim, no sentido em que muitos turistas procuram os Açores pela consolidada imagem de que o arquipélago merecidamente goza e, nesse campo, temos de ser capazes de mostrar uma alternativa ainda mais apelativa", argumentou.
Ainda em entrevista ao "Vida Económica", o presidente da Casas Açorianas adiantou que  "quanto a mercados, notou-se uma quebra brutal de turistas nacionais nos anos da troika, mas esse fluxo tem vindo a ser recuperado e hoje voltou a ser preponderante, sendo sensivelmente igual à soma de todos os mercados estrangeiros".
Quanto ao percurso da própria associação, adiantou: "A Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas é hoje uma entidade reconhecida e um parceiro incontornável no que a este segmento do turismo diz respeito. Uma prova disso é, a título de exemplo, a medalha de ouro de mérito turístico que foi atribuída às Casas Açorianas pelo Governo da República. Esse estatuto foi conquistado com muito trabalho sério e empenho, começando com o 'trabalho de casa' feito pelos nossos associados".
"A par disso, em parceria com o Governo Regional e outras entidades, foi possível apostar num plano de promoção próprio que está a dar frutos. E esse trabalho continua com o mesmo empenho", acrescentou.



Banalização da oferta trará consequências nefastas difíceis de recuperar

Gilberto Vieira, Presidente das Casas Açorianas

 

in Jornal "VidaEconómica", 1 de fevereiro de 2019

Leia a notícia publicada no jornal



Passatempo das Casas Açorianas no Dia Munidal do Turismo já tem vencedor

Já foi seleccionado o vencedor do passatempo realizado pelas Casas Açorianas no âmbito do Dia Mundial do Turismo. A contemplada vai passar um fim-de-semana numa das unidades desta associação de turismo rural, no caso a Quinta da Mó, nas proximidades das Furnas, em São Miguel.

 

Turisver,12 de dezembro de 2018

Leia a notícia publicada



Regras específicas para o turismo rural não são exigidas de forma significativa noutras tipologias

Gilberto Vieira, Presidente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural diz que “há espaço para a convivência de todas as tipologias de alojamento”. Contudo, também recorda que “não é justo que sejam impostas regras estreitas apenas ao turismo rural, que cortam alguma competitividade”.
Gilberto Vieira que marcou presença no Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, que decorreu em Ponta Delgada, reporta “o peso para o turismo nos Açores da presença de centenas de profissionais da área entre nós”, concluindo que “sendo certo que o percurso dos Açores na actividade turística é relativamente recente, entendo que os erros graves cometidos noutros destinos devem merecer já a nossa melhor atenção, no sentido de os evitar enquanto é tempo”.

 

in Jornal "Atlântico Expresso", 3 de dezembro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Casas Açorianas presente no Congresso Nacional APAVT 2018

Presidente da APAVT à direita da imagem e o Presidente das Casas Açorianas à esquerda da imagem.

 

Turismo: Os desafios do crescimento

Entre os dias 22 e 24 de novembro, a cidade de Ponta Delgada, nos Açores, foi palco do debate turístico nacional, com o congresso da APAVT a reunir quase seis centenas de empresários e gestores do setor em torno das questões relacionadas com os desafios do crescimento.

As Casas Açorianas estiveram presentes no evento, onde se pretendeu dar a conhecer a Associação, partilhar conhecimentos, estabelecer contactos, criar parcerias e divulgar as nossas Casas através da distribuição de brochuras.

As Casas Açorianas em parceria com a organização do evento divulgou por todos os participantes o seu material de promoção.



Os Açores são um segredo que começa a ser desvendado

O jornalista de viagem Rui Gomes descreve os Açores como “um segredo” que começa a ser descoberto, realçando na Região o facto de estar a conseguir manter a sua identidade

 

in Jornal "Açoriano Oriental", 19 de novembro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Entrevista ao Presidente da Associação de Turismo em Espaço Rural - Casas Açorianas

 

in "TURISVER", novembro de 2018

Leia a entrevista



Parceria

Estabelecida parceria entre a associação Casas Açorianas e a Rent a Car Ilha Verde

 

Parceria

Oportunidade de crescer!

O presidente da associação Casas Açorianas Gilberto Vieira e o proprietário da empresa Rent a Car Ilha Verde Luís Rego numa reunião de trabalho realizada na sede da associação estabeleceram uma parceria para a criação de um conjunto de ofertas especiais e flexíveis de aluguer de automóveis para os associados e clientes das Casas Açorianas.

Na ocasião, Gilberto Vieira agradeceu a disponibilidade, referindo “tratar-se de um parceiro privilegiado pelo posicionamento que a Rent a Car Ilha Verde tem em todas as ilhas e uma marca forte pelo trabalho de promoção contínuo que desenvolve à muitos anos”.

Luís Rego manifestou o seu agrado por esta parceria, porque as Casas Açorianas “é um produto regional genuíno e uma marca forte dentro e fora da região”, referiu.

Em breve será assinado o protocolo no qual todos os associados e clientes das Casas Açorianas poderão usufruir de um conjunto de ofertas especiais de aluguer de automóveis em todas as ilhas dos Açores.



Turismo em espaço rural cresceu 15% este verão

Gilberto Vieira, presidente da associação 'Casas Açorianas', revela que esta tipologia de alojamento cresceu 15% no verão, afirmando que o mercado dos EUA deve ser aposta futura.

 

in Jornal "Açoriano Oriental", 5 de novembro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Legislação está desatualizada

O presidente da associação de Turismo em Espaço Rural "Casas Açorianas", Gilberto Vieira, defende que é tempo de rever a legislação que regula o setor turístico no arquipélago.

 

in Jornal "Diário Insular", 27 de outubro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Turismo Rural (FPTR)

Realizou-se no passado dia 22 de Outubro a Assembleia Geral ordinária da Federação Portuguesa de Turismo Rural.

 

Leia a notícia



É urgente uma reflexão cuidada para alterar a legislação sobre turismo nos Açores

Gilberto Vieira, proprietário da Quinta do Martelo, na ilha Terceira, é um dos mais experientes empresários de turismo no mercado e preside às Casas Açorianas, associação de empresários de turismo rural. Nesta entrevista, traça o balanço da época alta e queixa-se do tratamento diferente para o turismo rural, cuja legislação devia ser alterada.

 

in Jornal "Diário dos Açores", 17 de outubro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Casas Açorianas associam-se às comemorações do Dia Mundial do Turismo

As Casas Açorianas associam-se, uma vez mais, às comemorações do Dia Mundial do Turismo, data que se celebra esta quinta-feira, 27 de Setembro. Neste dia, esta associação vai oferecer “um mimo” ao público.

 

Turisver, 26 de setembro de 2018

Leia a notícia publicada



Casas Açorianas associam-se hoje ao Dia Mundial de Turismo oferecendo uma estadia de duas noites

 

in Jornal "Diário dos Açores", 27 de setembro de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Encontro dos Associados na Graciosa

 

No mês de abril, na ilha Graciosa, realizamos um encontro de Associados destinado a ações de formação multi-temas, bem como à realização da Assembleia Geral.

Leia a notícia



Casas Açorianas promove formação multi-temas

A Associação trouxe à ilha Graciosa um conjunto de especialistas em comunicação, marketing e ambiente.

 

As Casas Açorianas promoveram no dia 28 de abril um conjunto de ações de formação destinadas aos seus associados.

No período da manhã as técnicas da Direção Regional do Ambiente apresentaram o “Miosótis Azores – Alojamentos Verdes” e “O que acontece aos resíduos nos Açores”, reforçando a importância ecológica e ambiental que estas ilhas ainda preservam.

Seguiu-se a apresentação do case study - Website Casas Açorianas com a explicação da evolução tecnológica, desde 2004 até ao presente, e de um conjunto de dados e informações da evolução das visitas e respetivos mercados.

Após o almoço Network seguiu-se a formação nas áreas das “Estratégias de Marketing e Publicidade” e na “Criação de uma identidade/marca e comunicação nas várias plataformas”. Enquadrado nestes temas foi igualmente abordada a importância da gestão de riscos na comunicação.

Estas formações contaram com uma grande participação dos associados.

No final do dia os associados foram brindados com um jantar tradicional na Adega Cooperativa da Graciosa e posteriormente com dois espetáculos realizados no Centro Cultural da ilha Graciosa e abertos à comunidade graciosense.



Assembleia Geral das Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural

Reuniram em Assembleia Geral na ilha Graciosa

 

Os associados reuniram no dia 27 de abril em assembleia geral para fazer uma análise da atividade, prestação de contas e ver que futuro se adivinha perante os novos desafios e oportunidades que se põe ao turismo nos Açores.

No encontro ficaram claros os constrangimentos no financiamento que a Associação e os seus associados têm passado, sem no entanto estes terem sido causa de desequilíbrio nas contas. A gestão rigorosa e criteriosa foram fatores importantes para o equilíbrio conseguido.

A aposta continuada na qualidade e originalidade do nosso produto será essencial para a manutenção da credibilidade e afirmação do turismo rural na região.

O processo de classificação da qualidade através de uma avaliação independente e aleatória foi considerado pelos presentes como a garantia do patamar de excelência do produto Casas Açorianas.

Os associados presentes consideraram importante a profissionalização da Associação, passando esta a dispor de um colaborador especialista em Marketing e Turismo e tempo inteiro.

Para se fazer frente ao futuro das Casas Açorianas consideraram fulcral a procura de novas fontes de financiamento, nomeadamente a candidatura ao PO2020.



Açores considerado uma das mais belas paisagens da Europa

 

Se quiser «viajar para longe» durante a sua estada na Europa, a melhor idéia é descobrir as mais belas paisagens da Europa.



Formação multi-temas nas Casas Açorianas

Graciosa

 

in Jornal "Açoriano Oriental", 24 de abril de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Casas Açorianas promovem encontro de formação

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural promove, nos dias 27, 28 e 29 de abril, na ilha Graciosa, um encontro de formação multi-temas para os seus associados.

 

in Turisver, 20 de abril de 2018

Leia a notícia publicada no website



Casas Açorianas organiza um ''Encontro de Formação Multi-temas''

Apresentamos o programa do nosso encontro que se realiza nos dias 27, 28 e 29 de abril, na ilha Graciosa.

 

Encontro de Formação Multi-temas

 

27 de abril

17H30

Assembleia Geral das Casas Açorianas

 

Jantar Network

 

28 de abril

09H30

Abertura

Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa

Diretor Regional do Ambiente

Presidente das Casas Açorianas

10H00

Miosótis Azores – Alojamentos Verdes

Oradora Carla Mota

10H30

O que acontece aos resíduos nos Açores 

Oradora Bela Dutra

11H00

Coffee break

11H30

Sessão de debate

12H00

Case Study - website Casas Açorianas

Oradores Gilberto Vieira e Carlos Costa

12H30

Almoço Network

15H00

Estratégias de marketing e publicidade

Oradores/formadores Vânia Maia (Visão), Sandra Costa (Público), João Mestre (Evasões) e Luís Filipe Borges (Argumentista/Escritor)

16H00

Coffee break

16h30

A criação de uma identidade/marca e comunicação nas várias plataformas digitais.

Orador/formador Rui Gomes (Professor/Jornalista/Escritor)

17H00

Técnicas de vendas e negociação

Orador/formador André Medeiros

17h30

Sessão de debate

18H00

Encerramento

19h00

Jantar na Adega Cooperativa da Graciosa

21h30

Centro Cultural da Ilha Graciosa

André Leonardo – Motivacional - “Faz Acontecer”

 

Luís Borges - “As Borgas do Borges”

 

29 de abril

10H00

Circuito turístico pela Ilha Graciosa

 

Almoço num restaurante típico da ilha



Turismo rural e alojamento local têm espaço mas devem jogar limpo

Defende Gilberto Vieira, Presidente da Associação "CASAS AÇORIANAS"

 

in Jornal "Diário Insular", 11 de abril de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Presidente das Casas Açorianas defende condições justas de mercado

Gilberto Vieira defendeu que “o turismo rural e de natureza nos Açores vem percorrendo um caminho de afirmação progressiva, dentro dos objectivos propostos e num enquadramento legal bastante apertado, que garantiu e garante ser um produto-charneira na oferta turística açoriana”.

 

in Turisver, 10 de abril de 2018

Leia a notícia publicada no website



Casas Açorianas participa no 1º Encontro de Turismo nas ilhas das Flores e Corvo

 

O presidente das Casas Açorianas Gilberto Vieira foi convidado do painel “Turismo Rural versus Alojamento Local”, realizado no âmbito do 1º Encontro de Turismo Flores e Corvo.

Leia a intervenção



Alerta no Turismo Rural

Gilberto Vieira “Se não tomarem medidas, que já alertámos as autoridades, turismo rural corre riscos”

 

O presidente das Casas Açorianas Gilberto Vieira concede entrevista

in Jornal "Diário dos Açores", 28 de março de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



É preciso exigir qualidade para não banalizar a oferta

 

O presidente das Casas Açorianas Gilberto Vieira defende que o turismo em espaço rural tem potencial de crescimento nos Açores, mas considera que são necessárias regras equitativas e um controlo de qualidade.

in Jornal "Diário Insular", 10 de março de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



A chave para a consolidação do turismo nos Açores “passa por apurar a nossa tradição”

 

Gilberto Vieira, presidente da Associação de Turismo em Espaço Rural Casas Açorianas recorda que será por este caminho que a região terá um “destino consolidado e distintivo”.

in Jornal "Diário dos Açores", 1 de março de 2018

Leia a notícia publicada no jornal



Entrevista ao programa açores|HOJE da RTP-Açores

 

Entrevista realizada pelo programa açores|HOJE, na BTL, ao presidente Gilberto Vieira.

in RTP-Açores "açores|HOJE", 1 de março de 2018

Ver entrevista



RTP-Açores sobre a assinatura de protocolo na BTL 2018

 

Reportagem da RTP-Açores, relativa à assinatura do protocolo entre as Casas Açorianas e o grupo SATA, sob o tema “Promoção do produto-âncora do destino Açores - o turismo rural e de natureza”.

in RTP-Açores "Telejornal", 5 de março de 2018

Ver reportagem



Assinatura de Protocolo na BTL 2018

Assinado o protocolo entre as Casas Açorianas e o grupo SATA, sob o tema “Promoção do produto-âncora do destino Açores - o turismo rural e de natureza”.

 

Decorreu no dia 1 de março, pelas 11:30 horas, no stand dos Açores a cerimónia pública da assinatura do Protocolo “Promoção do produto-âncora do destino Açores - o turismo rural e de natureza", com o objetivo de proporcionar visitas de bloggers, escritores e jornalistas nacionais e estrangeiros da especialidade aos Açores, para a produção de artigos sobre a Região, na vertente do turismo rural e de natureza.

Gilberto Vieira, presidente da Associação, referiu que se pretende dar a oportunidade de mostrar os Açores numa "faceta mais genuína".

“O que pretendemos é dar-lhes a oportunidade de conhecer uma faceta, uma parte dos Açores o menos convencional possível e o mais genuína possível, fazer-lhes penetrar não só no alojamento, mas no potencial que estas têm, pelo enquadramento e situação na localização de cada uma delas, que lhes pode proporcionar experiências únicas”, disse.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, Paulo Menezes, referiu, na ocasião, que a SATA está a fazer a divulgação do “Stopover”, um produto que “permite que todos aqueles que passam pelos Açores, a caminho dos Estados Unidos da América ou da Europa, possam permanecer nas ilhas, até ao máximo de sete dias, sem ter um agravamento da sua tarifa”, afirmando que “tem tido muita aceitação por parte de quem nos visita”.



Casas Açorianas na BTL 2018

Casas Açorianas marcam presença na BTL 2018 a promover o Turismo Rural e de Natureza como veículo privilegiado de atração para o destino Açores.

 

Stand dos Açores às 11h30 do dia 1 de março.

Apresentação pública de um protocolo entre as Casas Açorianas e o grupo SATA, sob o tema "Promoção do produto - âncora do destino Açores - o turismo rural e de natureza".

O objetivo desta parceria é proporcionar visitas de bloggers, escritores e jornalistas nacionais e estrangeiros da especialidade aos Açores, para a produção de artigos sobre a Região, na vertente do turismo rural e de natureza.



Dia Mundial do Turismo assinala-se hoje sob o mote do turismo sustentável

Comemora-se, hoje, a nível internacional, o Dia Mundial do Turismo, sendo que este ano de 2017 foi escolhido, pela Organização Mundial do Turismo, como o ano do “Turismo sustentável: um instrumento ao serviço do progresso”.

 

in Jornal "Diário dos Açores", 27 de setembro de 2017

Leia a notícia publicada no jornal



Casas Açorianas inspiram programa televisivo

As Casas Açorianas vão apostar na promoção em 2017, com uma séria de programas televisivos em parceria com a RTP - Açores e a SATA.

 

Leia a notícia publicada na edição digital do Publituris 1338, 17 de março de 2017



Gilberto Vieira, da Associação Turismo Rural, lança o alerta

"Há um desencanto com o alojamento local, que deturpa a imagem turística dos Açores"

 

Gilberto Vieira é o Presidente das Casas Açorianas - Associação de Turismo em Espaço Rural e proprietário de um dos espaços mais emblemáticos do turismo rural açoriano, a Quinta do Martelo, na ilha Terceira. É um profundo conhecedor do sector e fez, para o "Diário dos Açores", um balanço deste ano turístico em espaço rural. 

 

Leia a notícia publicada no jornal, a 20 de Dezembro de 2016



Trabalho no Turismo está a dar frutos

Assinala Gilberto Vieira,Presidente da Associação "CASAS AÇORIANAS"

 

O presidente da associação de turismo em espaço rural "Casas Açorianas", Gilberto Vieira, defendeu, no âmbito da celebração do Dia Mundial do Turismo, que o trabalho feito neste setor por operadores e entidades oficiais está neste momento a começar a dar claros resultados.
"No caso dos Açores, o Dia Mundial de Turismo do ano de 2016 assinala-se num momento de grande pujança da atividade, fruto de um trabalho persistente dos operadores e das entidades oficiais, que agora começa a colher resultados francamente animadores, provando que, a par da recente alteração no modelo de acessibilidades aéreas, o trabalho que foi paulatinamente feito para divulgar o que de mais diferente - único, diria até -, nós temos para surpreender, surtiu efeito", assinala, numa nota enviada aos meios de comunicação social.
Do ponto de vista de Gilberto Vieira, também a área do turismo rural é cada vez mais valorizada. "Os sonhadores que acreditaram que o turismo rural e de natureza seria a ideia fundamental da expansão desta atividade no arquipélago, começam a ter a sua visão reconhecida. Foi por essa convicção que fundámos, há mais de uma década, a Associação Casas Açorianas, juntando e acrescentando progressivamente operadores que atuam neste nicho de mercado, hoje reconhecido por todos, como alavanca do turismo nos Açores", sustenta.
O futuro exige, considera o responsável pela "Casas Açorianas", um compromisso para o equilíbrio entre crescimento económico e o que é genuíno. "O desafio que agora nos é colocado - a todos os operadores na área do turismo -, é não nos deslumbrarmos com o crescimento exponencial que o turismo na Região está a apresentar e sabermos preservar a qualidade ambiental, cultural, gastronómica e de serviço de simpatia e proximidade que nos caracterizam", precisa.



Nova estimativa aponta para aumento de dormidas em Junho mas apenas de 13%

 

“As mais recentes estimativas do Serviço Regional de Estatísticas dos Açores quanto às dormidas em Hotelaria Tradicional durante o mês de Junho confirmam um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, em vez das 174 mil dormidas que eram referidas na primeira estimativa (divulgada a 7 de Julho), admite-se que o número possa ser ligeiramente inferior, ou seja, de cerca de 169 mil dormidas (número avançado ontem no IAT-Açores - “o indicador avançado construído para estimar a evolução geral da actividade económica no sector do turismo”). Ou seja, em vez de 16% o aumento homólogo poderá ser de 13%. Os números finais serão conhecidos até 16 de Agosto.”

 

in Jornal "Correio dos Açores", 27 de julho de 2016



Dormidas em espaço rural caem 1,6% em Maio

 

“O número de dormidas em espaço rural nos Açores diminuiu 1,6% no passado mês de Maio, em comparação com o mesmo mês de 2015.

 

De acordo com dados divulgados pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), foram registadas 4217 dormidas em espaço rural, correspondendo a 1200 hóspedes em Maio deste ano, enquanto que no mês homólogo do ano passado foram assinaladas 4285 dormidas, de 1157 hóspedes.


O comunicado divulgado aponta, no entanto, a necessidade de se considerar “um número de respostas em 2016 de menos 10 estabelecimentos” na região, sendo, em 2016, a taxa de resposta de 62%, quando em 2015 foi de 72%.


No que toca ao conjunto dos cinco primeiros meses do ano, o SREA aponta para um aumento de 24,9% no número de dormidas em espaço rural, em relação ao mesmo período do ano passado, tendo em conta que em 2016 o número foi de 9689 dormidas e, em 2015, 7755.”

 

in Jornal "Diário dos Açores", 27 de julho de 2016



“Autoridades devem ter a consciência de que a aposta no Turismo Rural é essencial”

Gilberto Vieira, Presidente da Associação Casas Açorianas

 

Gilberto Vieira, Presidente da Associação as Casas Açorianas, concedeu uma entrevista ao jornal “Publituris”, um dos principais órgãos de comunicação social do trade turístico, onde analisa a situação do turismo rural nos Açores, afirmando que, “dada a pequena dimensão das unidades que se dedicam ao Turismo Rural e de natureza, creio ser essencial promover o associativismo, como forma de ganhar dimensão promocional e de rentabilização de recursos”.


“Foi esse caminho que seguimos nos Açores, particularmente na constituição das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, que junta seis dezenas de unidades, afirmando-se como um parceiro relevante na promoção e divulgação do Turismo Rural e de Natureza, em particular, e do destino Açores, de modo geral”. É, também, fundamental “que as autoridades responsáveis pelo Turismo tenham plena consciência de que a aposta neste segmento é essencial e que ajam de acordo com esse principio. Com uma política de promoção mais abrangente e com estratégias que conduzam o turista a vivenciar o nosso mundo rural, oferecendo na mesma viagem os vários aspectos que resultam das segmentações, estaremos com certeza a contribuir para a consolidação do destino turístico Portugal e a potenciar um aumento dos índices de satisfação dos turistas que nos visitam, sem que isso represente perda para os destinos que se encontram em alta, bem pelo contrário.


Ao complementar as experiências, estamos a potenciar ainda mais o aumento de visitantes, e a potenciar um aumento da actividade de uma forma mais sustentável e descentralizadora.”
À pergunta do jornal “Publituris” sobre como gostava de ver o turismo rural posicionado, Gilberto Vieira, que é proprietário da “Quinta do Martelo”, na ilha Terceira, responde: “Precisamente no caminho que está a ser trilhado. Que continue a haver a noção de que o nosso Turismo Rural é fundamental, diferenciador, atractivo, visto como uma mais-valia que em nada reduz – antes pelo contrário –ofertas mais convencionais e consolidadas”.


Gilberto Vieira entende que o caminho é “apostar no que temos de distintivo, num mercado global que anseia por experiências autênticas e diferenciadoras. Este é um nicho de mercado que pode potenciar o destino, já de si atractivo, de Portugal, com motivos de interesse conhecidos que vão desde o sol e as praias, à beleza de uma cidade como Lisboa, com o fado incluído, à magnífica paisagem do Douro, ícones que ‘escondem’ um maná de pequenos recantos e experiências espalhados por todo o país. E é aí que reside a importância do nosso Turismo Rural e de natureza. Que tem um mercado muito mais amplo do que se pode pensar.”


Sobre a realidade açoriana, Gilberto Vieira salienta que o turismo rural “tem conhecido um crescimento notável, após um esforço de divulgação de muitos anos daquilo que verdadeiramente temos de único e que distingue o arquipélago em vertentes que vão da paisagem, de reconhecidamente deslumbrante, aos modos de vida calmos, às tradições, gastronomia tradicional, interacção com a natureza, cultura sedimentada em séculos de isolamento, mas, ainda assim, com portas abertas ao mundo – como era o caso das carreiras da Índia e do Novo Mundo, que por aqui passavam -, à segurança e à afabilidade intrínseca e natural do povo açoriano para bem receber, tenho constatado que a oferta, no todo nacional, tem vindo a ser aperfeiçoada, apostando em características semelhantes à nossa realidade”

 

Estada média nos Açores é de 2,9 noites a 115,1 euros
 
O alojamento turístico português realizou uma média de 130,9 euros por cliente recebido nos primeiros cinco meses deste ano, o que representa um aumento em 5,6% que se fica a dever a subida do preço médio, bem como, em menor grau, a um alargamento do tempo médio de permanência dos turistas.

Uma análise do PressTUR aos dados publicados pelo INE permitiu evidenciar que para esse aumento em 5,6%, que equivaleu a uma subida de quase sete euros, para 130,9 euros, contou principalmente uma subida do valor médio dos proveitos de aposento por dormida, que aumentou 5,6% ou 1,8 euros, para 34,6 euros, enquanto nos outros proveitos (alimentação e bebidas, entre outros serviços) houve um aumento em 2,8%, para 14,9 euros.

Adicionalmente, a hotelaria portuguesa contou nos primeiros cinco meses com uma ligeira subida do tempo médio de permanência dos clientes, que subiu 0,8%, para 2,64 noites, e que é um dos factores que mais pesa no valor médio despendido por cada cliente.

Daí que as receitas médias por hóspede mais elevadas se verifiquem na Madeira, com 263,6 euros nos primeiros cinco meses deste ano, e no Algarve, com 158, que são as regiões que têm as estadas médias mais elevadas, respectivamente de 5,27 e 4,14 noites.

A terceira região com o valor mais elevado de receita por hóspede é Lisboa, com 145 euros, que se deve neste caso a preço médio mais elevado (47,1 euros em média por dormida nos primeiros cinco meses deste ano, quando na Madeira é 32,3 e no Algarve é 25,7), nomeadamente por uma maior concentração de estabelecimentos de topo de gama.

Depois situam-se os Açores, que têm uma estada média de 2,9 noites, com 115,1 euros, o Porto e Norte, com 86,3, o Alentejo, com 83,9, e o Centro, com 74.

Relativamente aos primeiros cinco meses de 2015, ocorrem subidas em todas as regiões, as mais fortes das quais no Porto e Norte, em 7,2%, e no Algarve, em 7,1%.

Seguem-se os aumentos em 5,6% nos Açores, em 5% em Lisboa, em 3,8% no Centro, e em 3,7% na Madeira. Desta forma, e reflectindo também as evoluções das dormidas, a hotelaria portuguesa fechou os primeiros cinco meses deste ano com um aumento das receitas em 16,6% ou 123,5 milhões de euros, alcançando 868,3 milhões.

Os aumentos mais fortes foram nos Açores, em 39,2%, no Porto e Norte, em 22%, no Algarve, em 21,9%, e na Madeira, em 16,9%.
 
in Jornal "Diário dos Açores", 19 de julho de 2016


Mais e melhor Turismo Rural

"Como está o Turismo Rural em Portugal e o que deve ser feito na promoção do produto é um dos pontos que abordamos neste dossier, onde damos, também, a conhecer alguns exemplos da oferta nacional."

 

"O Turismo Rural tem vindo a ganhar relevância ano após ano em Portugal. Este tipo de alojamento aproveita as valências de cada destino, tornando-se diferenciador e autêntico. Falámos com a Federação Portuguesa de Turismo Rural e com as Casas Açorianas, duas entidades que se têm destacado na promoção deste tipo de produto e cujas considerações demonstram a sua situação em Portugal."

 

in Jornal "Publituris", 8 de julho de 2016



Nota de Imprensa

 

A Direção Regional do Ambiente e as Casas Açorianas reuniram com o intuito de planificar várias ações de formação destinadas quer aos alojamentos detentores do galardão regional de boas práticas ambientais -Miosotis azores – quer a todas as unidades membros desta Associação.

 

Estas ações estão previstas para o final do ano e início do próximo em todas as ilhas. Com esta formação pretende-se dar resposta a várias necessidades apresentadas em temas diversos bem como a introdução de novos conteúdos não só de carácter ambiental mas também ligados ao marketing turístico.


A direção das Casas Açorianas manifestou, na ocasião, total disponibilidade para mobilizar os associados para as ações propostas, por reconhecer muito interesse nas mesmas.
Foi também referido o papel pioneiro desta associação em promover boas práticas ambientais e de acolhimento aos turistas, nomeadamente através de um processo de classificação de qualidade que já vem sendo implementado junto dos associados há alguns anos, com resultados muito positivos.


Outro assunto abordado prende-se com a disponibilização de informação sobre as casas associadas nas lojas e aplicações dos Parques Naturais das diversas ilhas.



Nota de Imprensa

 

A Direção das Casas Açorianas reuniu com o Secretário Regional do Turismo e Transportes, Victor Fraga, e com o Diretor Regional do Turismo, João Bettencourt, do Governo dos Açores, um encontro que serviu para apresentar o elenco diretivo eleito na última Assembleia Geral e para debater a atualidade do fenómeno turístico na Região.


O turismo em espaço rural esteve, naturalmente, no centro da análise, em que o crescimento acentuado que este segmento tem vindo a registar no arquipélago foi salientado.
De facto, entre 2012 e 2015 verificou-se um aumento de 62% no turismo rural o que foi considerado bastante positivo e um contributo decisivo para a afirmação do destino Açores, no seu todo.


Isso mesmo referiu o Secretário Regional salientando que as Casas Açorianas têm feito um trabalho fundamental para a obtenção destes resultados e considerando esta associação como um parceiro importantíssimo no âmbito do novo plano estratégico para o turismo nos Açores.


Por seu turno, a direção das Casas Açorianas manifestou toda a disponibilidade para continuar a ser um parceiro ativo no desenvolvimento do turismo dos Açores.



Plano Estratégico do Turismo

Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores foi apresentado na quarta-feira.

 

Diversas entidades apontam pontos fortes e carências do Plano Estratégico do Turismo, fazendo balanço positivo. Segundo Gilberto Vieira, presidente das Casas Açorianas, o "documento preconiza a necessidade de se encontrarem caminhos para que os turistas tenham a real possibilidade de chegar a todas as ilhas."

 

in, Açoriano Oriental, 1 de abril de 2016



Resultados animadores

 

Um ano depois da entrada em vigor das novas obrigações de serviço público,
Resultados animadores encorajam empresários a fazer mais e melhor.
 
in, Correio Económico, 1 de abril de 2016


Turismo rural tem-se afirmado pela qualidade e diversidade

O turismo rural está a acompanhar o crescimento do setor na Região. Gilberto Vieira, presidente da Associação Casas Açorianas, alerta para a ameaça do alojamento "lowcost".

 

A Associação Casas Açorianas aposta nas novas tecnologias para promover os seus espaços de alojamento. Quais os meios que estão a ser utilizados?

Este esforço de aproveitamento das novas tecnologias como meio essencial de divulgação e promoção das unidades nossas associadas já vem sendo realizado há algum tempo, com resultados que podemos considerar positivos. 

A nova abordagem que desenhámos, neste novo impulso, passa por otimizar os canais de que já dispomos e utilizamos, aperfeiçoando conteúdos e modos de comunicação, e, ao mesmo tempo, recorrendo as novas plataformas, cada vez mais utilizadas, como são as aplicações móveis.


Qual a realidade do turismo rural e de habitação dos Açores?

Após um longo percurso de afirmação, o turismo rural nos Açores é hoje consensualmente reconhecido como a principal força motriz que potencia o, já de si apelativo, destino Açores. Nos últimos anos, essa realidade é indesmentível: a procura é crescente e a oferta vai acompanhando, paulatinamente, esse movimento de interesse por parte de quem procura algo diferente, diria mais, surpreendente, que cada vez é mais difícil encontrar nos circuitos convencionais da oferta turística internacional.


É claro que este crescimento progressivo do turismo rural e de natureza no arquipélago é fruto de muito trabalho de divulgação e de empenho, por parte da nossa associação e dos nossos associados, em apresentar uma oferta e um serviço de qualidade e de proximidade, que a generalidade dos clientes reconhece, num esforço partilhado, a nível da promoção, com as entidades institucionais que têm responsabilidade na definição das políticas de desenvolvimento do turismo nos Açores.


Há um dado novo, com menos de um ano de existência, que é o fenómeno da liberalização do espaço aéreo nos Açores. Essa nova política implicou uma diminuição drástica no custo da acessibilidade ao nosso arquipélago. Foi essa a principal causa de se ter registado um aumento de visitantes, no ano passado, numa percentagem homóloga de vinte por cento. São números impressionantes, mas não repartidos, igualmente, por todas as tipologias de alojamento, como é natural para um primeiro ano de convivência com esta nova realidade. Sabemos perfeitamente que a maioria dos turistas que aproveita acessibilidades mais baratas, normalmente escolhe pacotes que, além de viagens mais acessíveis, passam pelo alojamento em hotelaria convencional.


Nesse contexto, tanto quanto me é dado conhecer, a percentagem de crescimento, no ano em apreço, não foi tão dilatada na generalidade das unidades de turismo rural nossas associadas, embora significativa, como no crescimento percentual que se registou na generalidade do destino Açores. Essa mesma realidade também tem "nuances" de ilha para ilha, por razões diversas, uma das quais, como é lógico, tem a ver com o facto de as denominadas "lowcost" só operarem ainda para São Miguel.


O reposicionamento da estratégia de promoção dos Açores como destino ativo potencia o turismo rural?

Não quero chamar-lhe reposicionamento. Isto porque essa ideia de turismo ativo, em contato e interação com a natureza, já vem sendo desenvolvida há algum tempo. Posso sim reconhecer que, num prazo mais recente, tem sido dada visibilidade acrescentada a essa vertente que, sem dúvida, temos para oferecer e que nossa diferencia, de forma indesmentível, da oferta turística global.


O facto de as unidades de turismo rural e de habitação serem, quase na sua totalidade, de pequena dimensão em termos de capacidade de alojamento é um trunfo ou isso pode causar alguns constrangimentos?
As unidades de turismo rural nas nossas ilhas têm, de facto, uma capacidade relativamente pequena de acolhimento. No entanto, essa capacidade não é homogénea, havendo algumas com maior dimensão e outras com menor. Mesmo assim, no conjunto dos empreendimentos dos nossos associados, que é a realidade que conheço melhor, a preocupação é sempre ter um atendimento personalizado e capaz de transformar os nossos clientes em excelentes veículos de promoção desta atitude, pela realidade que vivenciaram. Obviamente, a dimensão de cada um também implica com o número de colaboradores necessários para cada situação. Ou seja, o conforto do cliente, a seriedade em garantir o que foi promovido e a resposta adequada no terreno, com todos os meios necessários, é um ponto de honra que nunca podemos descurar.
Quanto a constrangimentos, é lógico que este tipo de empreendimento exige um enorme esforço de gestão de custos que, para além da paixão de quem se dedica a esta aposta empresarial e cultural, tem que lutar constantemente pela sustentabilidade - e há alguns casos assim.


Existe concorrência desleal no que se refere entre a hotelaria tradicional em relação ao turismo rural nos Açores?
Nós sabemos perfeitamente que a convivência entre a hotelaria convencional e outros nichos de mercado, como o turismo rural e de natureza, são compatíveis. À sua dimensão, nos Açores, como em outras partes do mundo, têm uma convivência mais ou menos natural. Se a hotelaria convencional abarca a maior parte dos turistas, por razões de comodidade nos programas que são oferecidos à partida, o turismo rural vem conquistando o seu espaço devido à oferta de vivências que, só nesse meio, são verdadeiramente especiais.


O que me começa a preocupar é a proliferação de outras tipologias de alojamento, porventura com uma atitude "lowcost", incluindo ofertas de economia paralela, que degradam a imagem, que tanto custou a mostrar ao mundo, de um destino e das suas singulares particularidades.

 

Entrevista a Gilberto Vieira, Presidente das Casas Açorianas

in Diário Insular, 10 Março 2016



Casas Açorianas lançam Guia de Alojamento Rural na BTL

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, lançaram esta sexta-feira na BTL, no stand dos Açores, o seu guia de alojamento, e deram a conhecer a nova app móvel através da qual o seu produto vai estar disponível.


“Casas Açorianas Guia de Alojamento Rural” é o suporte em papel, um livro de 160 páginas, profusamente ilustrado e com indicações úteis, onde são dadas a conhecer as várias unidades de turismo rural integradas nesta Associação, nas diferentes ilhas açorianas.


Com este guia e a presença nas novas tecnologias móveis “pretendemos inovar nos meios de promoção do turismo rural” e “esperamos trazer notoriedade às Casas Açorianas num contexto que por si é já muito apelativo, que são os Açores”, explicou Gilberto Vieira, presidente das Casas Açorianas. O responsável, considerado “pai” do turismo rural nos Açores, deixou claro o apoio e parceria da ATA – Associação do Turismo dos Açores “sem o qual não teria sido possível concretizar este guia”.


Gilberto Vieira sublinhou ainda que as Casas Açorianas têm feito um “trabalho constante de promoção do turismo rural açoriano e da marca Açores”. Disponível em português e inglês, o novo guia vai a partir de agora ser distribuído em feiras e eventos promocionais, além de estar à disposição dos operadores turísticos.


Quanto à nova app das Casas Açorianas, considerada pelo secretário-geral da Associação, Sílvio Gonçalves, como sendo uma “ferramenta importantíssima para o futuro das Casas Açorianas e dos Açores”, está disponível, gratuitamente, para os sistemas IOS, Android e Windows Phone. A app disponibiliza coordenadas GPS e toda a informação, constantemente actualizada, sobre os mais de 50 associados das Casas Açorianas, que totalizam já mais de 600 camas.



Casas Açorianas querem destacar-se dentro da Marca Açores pela sustentabilidade ambiental

 

As Casas Açorianas no Stand Açores na BTL assinaram um protocolo com a Azores Airlines para a feitura de um documentário que passará a bordo dos aviões da companhia aérea e nas RTP-Açores e RTP-Internacional, e lançaram o guia de alojamento (português/inglês) e as novas plataformas promocionais em aplicações móveis (APP), disponíveis para os sistemas IOS, Android e Windows Phone.


in Correio dos Açores, 6 de Março 2016



“Divulgar o melhor possível esta oferta única” é o lema das Casas Açorianas no maior evento de Turismo.

 

No âmbito Feira Internacional de Turismo, que decorre esta semana, em Lisboa, as Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tem agendado para esta semana duas acções de relevante interesse para a actividade, nomeadamente a assinatura de um protocolo com a SATA e a apresentação de um novo guia.
 
in Correio dos Açores, 2 de Março 2016


Agenda BTL 2016

 

As Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural informam que têm agendadas as duas ações abaixo referidas, no âmbito da BTL2016.
 
Muito nos honrará contar com a presença do vosso órgão de comunicação social nestas apresentações.
 
3 de Março às 11H30
Assinatura de um protocolo de colaboração entre a SATA e as Casas Açorianas para o transporte interilhas de uma equipa de televisão da RTP-Açores que vai produzir uma série de programas sobre os empreendimentos dos associados das Casas Açorianas.
Local: espaço multimédia no Stand Açores
 
4 de Março às 14H00
Apresentação do novo guia das Casas Açorianas e de novas plataformas promocionais em aplicações móveis (APP).
Local: espaço multimédia no Stand Açores
 
Para além disso, contamos com a vossa visita à nossa representação, integrada no stand dos Açores.


Gilberto Vieira reconduzido nas 'Casas Açorianas'

 

Venceu lista renovada com gente dinâmica na actividade turística.

Consolidar a credibilidade da marca ‘Casas Açorianas’, já na próxima Bolsa de Turismo de Lisboa é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas que querem acrescentar uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural.
 
Na sequência de eleições estatutárias, a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, tomou posse no passado dia 30 de Janeiro.
 
Gilberto Vieira chamou a si gente dinâmica com peso na actividade, desde logo o Presidente do Conselho Fiscal, Henrique Veríssimo, da Casa do Ouvidor, da ilha do Pico, que é contabilista certificado.
 
Também da ilha do Pico surge o Vogal da Direcção, Filipe Ávila, da Casa da Torre, que também desenvolve diversos projectos de animação turística, presenteando com criatividade os turistas ao sugerir diversas actividades ligadas ao saudável ambiente destas ilhas, entre eles, um campo golfe rústico açoriano na ilha do Faial, que está em fase de conclusão.
 
Conhecedor da actividade turística por diversas funções exercidas neste sector, o micaelense Rodrigo Rodrigues, é o Presidente da Assembleia - Geral, proprietário da Casa dos Barcos. Localizada na margem sul da Lagoa das Furnas, esta casa oferece um conjunto de elementos naturais e históricos que a tornam única.
 
Sílvio Gonçalves, da Aldeia da Cuada, é o Secretário-Geral da Direcção. Personagem que tem dado continuidade ao desenvolvimento de um excelente projecto no alinhamento do que os Açores precisam, num contexto de isolamento na ilha das Flores, no extremo mais ocidental da Europa num planalto sobranceiro ao Oceano Atlântico.
 
Outro Vogal da Direcção é Amparo Pérez Ferragud, das Casas do Capelo, na ilha do Faial, onde além do alojamento em tradição açoriana são propostas experiências como pesca, mergulho, passeios de burro ou de bicicleta, entre outras.
 
Consolidar a marca “Casas Açorianas”
 
Consolidar a credibilidade da marca Casas Açorianas é um dos objectivos da nova equipa, que engloba pessoas que acrescentam uma nova energia à Associação de Turismo em Espaço Rural.
 
Ao nosso jornal, Gilberto Vieira começou por dizer que “os objectivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de acção, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição”.
 
Mais disse que “a actividade turística nos Açores, com a liberalização do espaço aéreo, está a viver um forte crescimento, com as dormidas registadas a apresentarem taxas de variação positiva na ordem dos 20%, embora diferentes de umas ilhas para outras”. “Nos próximos anos, espera-se que este acréscimo da procura se consolide, o que será certamente acompanhado por um crescimento da oferta de alojamento e de todas as actividades ligadas ao sector turístico, nomeadamente: restauração, aluguer de automóveis, actividades desportivas e lúdicas ligadas à natureza”, acrescentou, justificando que “o Turismo em Espaço Rural enfrenta, com esta nova realidade, vários desafios e oportunidades”.
 
O nosso interlocutor confere ainda que “a marca “Casas Açorianas” apresenta-se como um activo poderoso, que importa ser reforçado, para ditar a preferência dos clientes, pela garantia de qualidade, com a adesão dos seus associados a um conjunto de normas e procedimentos no serviço e acolhimento prestado. Queremos uma Associação forte para defesa de um património que é a garantia do futuro turístico da Região”.
 
Trabalhar em prol do desenvolvimento turístico
 
O aproveitando de sinergias é um dos aspectos principais para muitas actividades, de uma associação que já é uma referência de peso no que ao turismo rural e de natureza diz respeito.“A força e o poder da Associação têm de resultar da acção esclarecida e conjunta de todos os Associados ao colaborarem para que a actividade por si desenvolvida corresponda aos padrões promovidos pela Associação, garantindo a melhoria do serviço, da qualidade e, consequentemente, da rentabilidade das suas unidades”.
 
Ainda com muita margem de afirmação, Gilberto Vieira esclarece que “é neste contexto, que esta candidatura propõe-se desenvolver um plano de acção para o triénio 2016/2019 alicerçado num conjunto de linhas orientadoras tendentes ao desenvolvimento da Associação e, consequentemente, acrescentar mais-valias para os associados.
 
Esse trabalho implica, necessariamente, a consolidação de parcerias e a busca de outras, condição primordial para potenciar a visibilidade e eficácia das Casas Açorianas, em prol do desenvolvimento do Turismo Rural e do êxito dos empreendimentos que compõem a Associação”.
 
A terminar, reforçou que a nova equipa “reitera a sua disponibilidade para colaborar com todos os intervenientes neste processo de afirmação do destino Açores e, particularmente, do turismo rural e de natureza no nosso Arquipélago, em prol do desenvolvimento turístico, do intercâmbio cultural e da preservação dos nossos valores ambientais e etnográficos”.
 
Os novos membros dos três órgãos sociais, proprietários dos empreendimentos indicados, são:
 
Assembleia Geral:
Presidente – Casa dos Barcos – Rodrigo Rodrigues;
1.º Secretário – Casa da Pedreira – Maria João Estrela;
2.º Secretário – Quinta de São Caetano – Luís Godofredo Pimentel.
 
Direcção:
Presidente – Quinta do Martelo – Gilberto Vieira;
Secretário- Geral – Aldeia da Cuada – Sílvio Gonçalves;
Tesoureiro – Moinho da Bibi – Eduardo Carreiro;
Vogal – Casas do Capelo – Amparo Pérez Ferragud;
Vogal – Casa da Torre – Filipe Ávila;
Suplente – Quinta das Figueiras – António Gomes;
Suplente – Casa Ti’José Borges – Filomena Meneses.
 
Conselho Fiscal:
Presidente – Casa do Ouvidor – Henrique Veríssimo;
1.º Secretário – Glicinias do Pico – Helena Fernandes;
2.º Secretário – Quinta da Ribeira da Urze – Maria Salomé Medeiros.
 
Marco Sousa
 
in "Correio dos Açores", 7 de fevereiro de 2016


Nota de Imprensa

 

Tomou posse no passado dia 30 de Janeiro a nova equipa dirigente das Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, na sequência de eleições estatutárias.
Os novos membros dos três órgãos sociais, proprietários dos empreendimentos indicados, são:
 
Assembleia Geral
Presidente – Casa dos Barcos – Rodrigo Rodrigues
1º Secretário – Casa da Pedreira – Maria João Estrela
2º Secretário – Quinta de São Caetano – Luis Godofredo  Pimentel

Direção
Presidente – Quinta do Martelo – Gilberto Vieira
Secretário Geral – Aldeia da Cuada – Sílvio Gonçalves
Tesoureiro – Moinho da Bibi – Eduardo Carreiro
Vogal – Casas do Capelo – Amparo Pérez Ferragud
Vogal – Casa da Torre – Filipe Ávila
Suplente – Quinta das Figueiras – António Gomes
Suplente – Casa Ti’José Borges – Filomena Meneses

Conselho Fiscal
Presidente – Casa do Ouvidor – Henrique Veríssimo
1º Secretário – Glicinias do Pico – Helena Fernandes
2º Secretário – Quinta da Ribeira da Urze – Maria Salomé Medeiros
 
Os objetivos da lista agora eleita passam pela continuação de um trabalho que nunca se pode dar por concluído, face aos constantes novos desafios que se vão colocando na vida de uma associação. Acresce que a equipa eleita engloba um conjunto de pessoas que acrescentam uma nova energia às Casas Açorianas e esse é um capital que nenhuma associação pode desperdiçar. É baseado num conjunto de ideias que sintetizamos no nosso programa de ação, proveniente de muitos contributos, que acreditamos estar perante um entusiasmante novo fôlego na vida da nossa instituição. 
 
O aproveitamento de sinergias é um dos aspetos principais para muitas atividades, e esta associação não foge a essa regra. Vamos continuar a encontrar parcerias e oportunidades para a consolidação da marca Casas Açorianas, que já é uma referência de peso no que ao turismo rural e de natureza diz respeito, mas que tem ainda muita margem de afirmação.
 
Nesse contexto pretendemos criar condições para atrair novos associados, fortalecendo assim a oferta disponível e, ao mesmo tempo, reforçar a promoção deste “tesouro” que é a realidade rural açoriana, em todo o seu enquadramento, desde a paisagem, aos costumes, às vivências únicas e à tranquilidade. Sabemos bem que há um grande mercado ávido destas experiências singulares, só falta insistir e encontrar novos caminhos para mostrar o que temos para oferecer.
 
Por outro lado, conscientes de que este segmento da atividade turística nos Açores pode, como já vem acontecendo, servir de pivot para a divulgação e afirmação de um destino que é, no seu todo, extremamente apelativo, queremos lutar para que o que temos de autêntico e de “mágico” não ceda a interesses imediatistas, porque é essa diferenciação positiva, num mercado global muitas vezes saturado de ofertas idênticas, que temos que saber explorar, sempre com a preocupação de resistir a tentações de tomar atitudes “low cost” nos variados setores da nossa atividade turística, que podem conduzir à banalização daquilo que hoje é único.
 
Reiteramos a nossa disponibilidade para colaborar com todos os intervenientes neste processo de afirmação do destino Açores e, particularmente, do turismo rural e de natureza no nosso arquipélago, em prol do desenvolvimento turístico, do intercâmbio cultural e da preservação dos nossos valores ambientais e etnográficos.
 


Açores, nomeado para Melhor Destino Europeu 2016!

 

Os Açores estão nomeados pela European Consumer’s Choice para Melhor Destino Europeu 2016!
A SATA, a única companhia aérea a ligar diariamente todas as ilhas do arquipélago, alia-se a esta eleição que traz grande visibilidade mediática e contribui para o aumento do turismo do destino vencedor.
Por entre os vinte candidatos como Paris, Roma, Viena, Barcelona ou Amesterdão, os Açores são o único destino português na eleição.
Faça com que os Açores sejam oficialmente o melhor destino europeu do ano, deixando o seu voto até 10 de fevereiro!



Taste in Adegas “mostra o que de melhor se faz” no Pico

 

O Diretor Regional do Ambiente destacou hoje a relevância de iniciativas como o II Taste in Adegas, um roteiro de divulgação dos vinhos do Pico, para a promoção da importância da “cultura da vinha” e do seu património.

Na abertura do evento, associado ao programa de comemorações do 10.º aniversário da Classificação da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico como Património Mundial, o Diretor Regional do Ambiente salientou a importância de mostrar aos visitantes "o que de melhor se faz do ponto de vista gastronómico e da produção vitícola", especialmente quando isso acontece "no local onde esses produtos, ao longo dos tempos e de geração para geração, foram sendo provados e usufruídos, precisamente, nas adegas”.

“As adegas são e sempre foram a sala de visita do picaroto. Convidam-se aqueles que nos visitam para vir às adegas e não à nossa casa e é aí que desfrutam do vinho, das aguardentes e dos petiscos”, frisou Hernâni Jorge.

O Taste in Adegas é organizado pela Adeliaçor, em parceria com a Escola de Formação Turística e Hoteleira e o apoio do Governo dos Açores. 



Vender chá aos Chineses: novo mercado turístico para os Açores

 

No meio do Atlântico, onde as placas tectónicas americanas, europeias e africanas se encontram, podemos encontrar as únicas plantações de chá da Europa. A Fábrica de Chá Gorreana, que hoje produz 40 toneladas de chá em dos campos mesmo ao lado do mar, iniciou-se com a ajuda de especialistas chineses de Macau em 1883, na ilha de São Miguel.

Aberta à visita de turistas, a fábrica foi identificada como uma das possíveis atrações para os viajantes chineses que procuram destinos novos e exóticos. Um palácio no meio de um extenso jardim com árvores centenárias e outras plantas de todos os cantos do mundo certamente se qualifica como uma atração para os chineses ansiosos por experimentar uma atmosfera de nobreza combinada com uma boa hospitalidade e bela natureza.

A possibilidade de fazer observação de baleias durante todo o ano, as temperaturas que nunca caem abaixo dos 10ºC, bem como a singularidade deste grupo de nove ilhas quase a meio caminho entre a Europa e a América, acessíveis com um visto Schengen UE, deveria ajudar a atrair turistas chineses.



Açores considerado o Melhor Destino Sustentável 2014/2015

O Prémio de Platinum Quality Coast 2014/2015 foi atribuído ao arquipélago dos Açores.

 

A Quality Coast, o maior programa de certificação do mundo, identificou vários destinos que preenchem os requisitos relativamente ao turismo sustentável, estreando a primeira edição do prémio.

Os Açores mantiveram a sua impressionante trajectória de desenvolvimento no que diz respeito à sustentabilidade, tendo sido já nomeado para Destino Turístico Sustentável Nº1 pela Costa Qualidade em 2013/2014.

Foram apontados como principais aspectos para a eleição do arquipélago como o mais sustentável as áreas costeiras, a natureza, a água limpa, a vida marinha, hotéis, comunidade/identidade, paisagem, meio ambiente, cultura, bandeiras azuis e fatores sócio-económicos.

O arquipélago vulcânico tem vários patrimónios naturais, entre os quais a Reserva da Biosfera da UNESCO. Tem também um rico ecossistema marinho protegido com animais como peixes, golfinhos, tartarugas marinhas, baleias cachalotes, grandes baleias e corais de águas frias.

É de relembrar ainda que, em 2013, a UNESCO certificou o arquipélago dos Açores como um Geoparque Europeu, com oferta de mergulho bem regulado, trilhas de bicicleta, 33 praias com bandeira azul e caminhadas.